Volkswagen suspende produção em Taubaté e São José dos Pinhais

Por falta de insumos, a Volkswagen suspendeu a produção nas fábricas de Taubaté (SP) e de São José dos Pinhais (PR). A paralisação, de acordo com a empresa, vai durar 10 dias, e começa a partir de segunda-feira (7).

A paralisação, informou a Volkswagen, foi provocada pela falta de semicondutores, componentes responsáveis pela comunicação interna dos equipamentos eletrônicos nos veículos. A escassez é um problema mundial e ocorre desde o final do ano passado. 

“Nos últimos meses, o time da Volkswagen do Brasil tem trabalhado intensamente e com sucesso, internamente e em parceria com a nossa matriz, para minimizar os efeitos da escassez de semicondutores para a produção em suas fábricas no Brasil. Até hoje, as nossas unidades no país não foram afetadas em maior escala. Entretanto, com o agravamento do cenário e com base na situação atual, presumimos que o fornecimento de semicondutores continuará a ser limitado ao longo das próximas semanas”, disse a empresa, em nota.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (Sindmetau), cerca de dois mil trabalhadores da fábrica serão colocados em férias coletivas na planta de Taubaté, que produz os veículos Gol e Voyage. 

A empresa não informou quantas pessoas trabalham na fábrica de São José dos Pinhais, que produz os veículos Fox e T-Cross.

com informações da Agência Brasil

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Mesmo com lucros astronômicos, bancos demitem

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados tem audiência pública hoje para discutir o desempenho dos bancos no país. O deputado Júlio Cesar (PSD-PI) lembrou que em 2020 os cinco maiores bancos lucraram mais de R$ 79,3 bilhões, fecharam mais de 1.364 agências bancárias em todo país, reduzindo mais de 11 mil postos de trabalho.

Curitiba teve 60% menos voos em 2020; Foz, -65%

O impacto da pandemia da covid no setor aéreo em 2020 levou a uma queda de 60,9% no número de passageiros e de 52,9% no transporte de cargas em Curitiba na comparação com 2019. Os dados foram divulgados pelo IBGE e mostram ainda que a capital paranaense foi uma das cidades mais afetadas no país.

Ao longo do ano passado foram registrados 2,48 milhões de viajantes embarcando ou desembarcando em Curitiba, enquanto em 2019 foram 6,33 milhões. A redução, de 60,9%, foi a terceira maior registrada entre as principais cidades analisadas pelo estudo, atrás apenas de Uberlândia (-64,3%) e Foz do Iguaçu (-64%).