Vestibular 2020/2021 da UFPR será realizado em uma única fase, no dia 18 de julho

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Universidade Federal do Paraná definiu nesta sexta-feira (30), que o Processo Seletivo 2020/2021 será realizado, excepcionalmente, em uma única fase, no dia 18 de julho de 2021. A prova será composta por 60 questões objetivas e uma produção de texto.

A decisão do Cepe levou em consideração a necessidade de alteração do modelo do processo seletivo diante do cenário de restrições e evolução do quadro epidemiológico da Covid-19 no Paraná, a expectativa dos candidatos em relação ao vestibular e a retomada do calendário acadêmico, com a definição do início do ano letivo 2021. O reitor da UFPR, professor Ricardo Marcelo Fonseca destaca que a decisão viabiliza a realização de todo o processo, com dias adequados para correção, divulgação de resultados e matrículas dos calouros.

Divulgação

No modelo aprovado, o vestibular será realizado em uma única fase, com uma redução de 30% no número de questões – eram 90 e passam a ser 60 questões. Haverá apenas uma questão de produção textual, valendo 30% da nota total, no modelo de texto dissertativo argumentativo. Segundo a pró-reitora de Graduação e Educação Profissional, professora Maria Josele Bucco Coelho, todo o esforço tem sido feito para que sejam usadas as mesmas diretrizes de vestibulares anteriores, mantendo o padrão e adequando o processo para uma única fase.

Para os cursos que tinham questões discursivas específicas na segunda fase, será dado um peso maior nas disciplinas da prova objetiva. Por exemplo, no curso de Direito, as questões de História e Sociologia terão peso maior na prova objetiva da fase única. Já os cursos de Música e Arquitetura, que possuem provas de habilidades específicas, terão a situação tratada separadamente pelo Núcleo de Concursos (NC).

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Filipe Barros anuncia pré-candidatura ao Governo do PR

arlamentar estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), se reunindo com lideranças da direita

O deputado federal do Paraná, Filipe Barros (PSL), anunciou sua pré-candidatura ao Governo do Paraná nas eleições deste ano. Ele é o quarto nome que se coloca à disposição para estar à frente do Estado. Parlamentar pela cidade de Londrina, Filipe estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), conversando com lideranças da direita – ele deve receber apoio do atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL).

Cumprindo seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, Filipe já ocupou uma cadeira na Câmara Municipal de Londrina entre 2016 e 2018. Em entrevista para um blog de política paranaense, o pré-candidato disse que tenta polarizar uma disputa com o atual governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) – que deve tentar a reeleição. “O governador quer ter palanque para Moro, Lula e Bolsonaro. Não existe isso na política. O presidente Jair Bolsonaro me questionou se eu toparia sair como candidato a governador”, explicou.

Nos bastidores, Filipe Barros tem simpatia do líder do Governo Federal na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP), que pode indicar o vice na chapa de direita. Na entrevista, ele fez críticas ao atual governador. “Um dos piores, senão o pior governo da história do Paraná. Como um rato, ele se esconde. Ele não deixou legado no Estado”, ressaltou.

Apesar do anúncio, Filipe também chamou a atenção quando se colocou como candidato à Prefeitura de Londrina em 2020. Na ocasião, acabou recuando da decisão. O pré-candidato bolsonarista ao Governo do Estado também disse que deixará o Partido Social Liberal (PSL) – futuro União Brasil, com a junção com o Democratas. O União Brasil tem se aproximado do pré-candidato à presidência da República, Sergio Moro (Podemos).

Outros candidatos

Além de Filipe Barros, os outros nomes que devem concorrer para governador do Paraná são: Ratinho Junior (PSD), Cesar Silvestri Filho (PSDB) e Roberto Requião (sem partido).

Romanelli apoia ação do PSB em favor da vacina contra a covid

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) destacou nesta terça-feira, 25, a ação do seu partido que recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para anular a recente nota técnica do Ministério da Saúde para o uso de hidroxicloroquina contra a covid-19. O documento também desqualifica o potencial das vacinas para combater a doença.

“Está comprovado que as vacinas salvam vidas. Milhares de pessoas poderiam estar aqui entre nós hoje se a vacinação tivesse sido iniciada no tempo certo. Mas tem gênios no governo federal que não querem enxergar este fato. Chega a ser ridículo”, afirma Romanelli. “Não há evidência de que cloroquina e hidroxocloroquina tenham efeito sobre a doença”.

O PSB protocolou um pedido de liminar para a suspensão da nota técnica, sustentando que o medicamento é comprovadamente ineficaz, que a orientação do Ministério da Saúde desconsidera uma série de atos legais e infralegais e que a política de vacinação deve ser priorizada para combater a pandemia.

Investigação – O partido também pediu a suspensão dos efeitos de outras duas portarias e solicitou que o STF abra uma investigação administrativa e cível contra Hélio Angotti Neto, que assina o recente documento do Ministério da Saúde.

Na petição enviada ao Supremo, o PSB defende uma nova análise das Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19, formuladas pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias), “com amparo em critérios estritamente técnicos”.