Saúde de STI intensifica combate ao Aedes aegypti

Ação efetiva por meio de aplicações a Ultra Baixo Volume (UBV) costal, nas residências em que foram identificados focos do mosquito Aedes aegypti, durante as inspeções de rotina. A atividade faz parte do plano de ação das equipes da Secretaria de Saúde de Santa Terezinha de Itaipu com o objetivo de eliminar os criadouros do mosquito, bem como o diálogo com a comunidade para que a comunidade faça a sua parte e mantenha seu quintal limpo.

De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Daiany Vitorassi, o UBV é o inseticida mais eficaz no controle da dengue, quando já existem focos do mosquito. “Mas, continuamos orientando a população quanto à prevenção, que é a nossa maior arma contra o mosquito da dengue”, destacou. Os números atuais apontam para 76 casos confirmados de dengue, sendo nove deles importados.

Na prática – Para o dia 14 de março (sábado), as equipes de saúde em parceria com o grupo escoteiros Alfa Ômega farão uma mobilização conjunta envolvendo os pontos mais críticos da cidade. “Vamos visitar os quarteirões com maior número de notificações para entrega de panfletos explicativos sobre a dengue, além da verificação e eliminação de focos do Aedes”, disse Daiany, ao ressaltar que serão reforçadas as datas da coleta seletiva para que todos se conscientizem do cuidado com os imóveis.

Vale lembrar que no início deste ano, o Comitê Intersetorial de Combate à Dengue, juntamente com a equipe de saúde e representantes de diversos segmentos da sociedade, esteve reunido para estabelecer ritmo constante em prevenção para evitar uma epidemia de dengue. As inspeções foram intensificadas e já envolveram o comércio da cidade, os servidores públicos, bem como a população.

1 Comment

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Presidente da Alep testa positivo para covid-19

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep),  deputado Ademar Traiano (PSDB), testou positivo para covid-19 na manhã desta sexta-feira (7) e cancelou os compromissos da agenda na região Sudoeste do Estado.

Traiano já tomou as três doses da vacina e, mesmo tomando todos os cuidados como uso de máscara, e distanciamento social, contraiu o vírus pela segunda vez.

Ele ficará cumprindo o período necessário de isolamento em casa, junto com a esposa Rose, que também está com covid.

Nesta semana, o presidente cumpriu expediente na Assembleia após realizar dois testes que deram resultado negativo. O vírus só foi detectado num terceiro teste. Traiano está com sintomas leves de tosse e dor no corpo.

Foto: reprodução

Anvisa aprova registro de insumo da Fiocruz, e Brasil terá vacina 100% nacional contra Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta sexta-feira (7), o registro do insumo farmacêutico ativo (IFA) da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, o Brasil terá um imunizante produzido totalmente em território nacional (veja mais no vídeo acima).

Essa etapa era a última do processo de transferência de tecnologia da produção da vacina. Agora, o “ingrediente” da vacina (ou seja, o IFA) será produzido no país, em vez de ser importado de fora. No ano passado, a Fiocruz precisou atrasar a entrega de vários lotes de vacina por falta do IFA.

Fiocruz tem o equivalente a 21 milhões de doses em IFA nacional, em diferentes etapas de produção e controle de qualidade. A previsão é a de que as primeiras doses do imunizante sejam envasadas ainda em janeiro e entregues ao Ministério da Saúde em fevereiro.

ara aprovar o registro do insumo, a Anvisa avaliou estudos de comparabilidade – que demonstraram que o ingrediente fabricado no país teve o mesmo desempenho do importado.

“É uma grande conquista para a sociedade brasileira ter uma vacina 100% nacional para a Covid-19 produzida em Bio-Manguinhos/Fiocruz. A pandemia de Covid-19 deixou claro o problema da dependência dos insumos farmacêuticos ativos para a produção de vacinas. Com essa aprovação hoje pela Anvisa, conquistamos uma vacina 100% produzida no país e, dessa forma, garantimos a autossuficiência do nosso Sistema Único de Saúde [SUS] para essa vacina, que vem salvando vidas e contribuindo para a superação dessa difícil fase histórica do Brasil e do mundo”, destacou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

Foto: Michael Melo/Metrópoles