Ratinho Jr indica Wilson Bley Lipski para o BRDE

O advogado Wilson Bley Lipski é o nome indicado por Ratinho Junior para assumir a presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Lipski assume com a determinação de promover apoio ao desenvolvimento econômico do estado, com atuação mais próxima ao setor produtivo. As informações são do Blog do Johnny.

“O BRDE terá participação ativa em toda questão de desenvolvimento econômico do Paraná. Será fundamental também na estruturação de projetos de Parcerias Público Privada, as PPPs, e no estimulo aos novos segmentos, como as startups, modelo de empresas emergentes geralmente com foco em tecnologia”, explicou Lipski. “Além disso, o BRDE será um parceiro estratégico da vocação do estado que é o agronegócio”.

Lipski é formado em Direito pela PUC-PR e pós-graduado pelo Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos em Direito Contemporâneo, foi superintendente do Paraná Cidade, secretário estadual do Desenvolvimento Urbano do Paraná e Conselheiro da Agencia de Fomento do Estado do Paraná.

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http://www.blogdojohnny.com.br/postagens/ratinho-junior-indica-wilson-bley-para-o-brde/

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Retomada da economia, emprego e olhar social: as diretrizes do Governo para 2022

Fortalecimento da economia, consolidação da geração de empregos e ampliação do olhar social. Essas serão as diretrizes que vão guiar o Governo do Estado em 2022, o quarto ano da gestão Carlos Massa Ratinho Junior à frente do Paraná.

Com indicadores em alta e um vasto conjunto de obras espalhado por todas as regiões, o governador busca a maturação dos projetos iniciados em 2019. “O balanço até aqui é positivo, bem positivo”, diz, enquanto esboça o planejamento para a próxima temporada. Ele apresentou um panorama da gestão a diversos veículos de comunicação nesta quarta-feira (22).

O otimismo é porque Ratinho Junior conseguiu tirar do papel quase tudo o que propôs para o desenvolvimento do Paraná. Com facilidade, cita números, obras e programas que estão transformando o Estado. Lembra a abertura de mais de 176 mil empregos formais, aqueles com carteira assinada, entre janeiro e outubro deste ano.

“E vamos chegar a 200 mil ou algo perto disso. Quando montei meu plano de governo, projetei a criação de 400 mil postos de trabalho em quatro anos. Mas só em um ano, agora em 2021, já chegamos a metade disso. Sem contar que em 2019 e 2020, apesar da pandemia, também fechamos no positivo (51,4 mil e 52,6 mil, respectivamente). É, sem dúvidas, o recorde do Paraná na criação de empregos”, afirma. “E não tem jeito: o trabalho é a melhor política social que existe”.

O mercado aquecido para quem quer deixar de frequentar as estatísticas do desemprego é, na visão do governador, a consequência de duas outras medidas tratadas como prioridade dentro esfera estadual: atração de investimentos e estruturação logística.

Foram, de acordo com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo (Sedest), R$ 100 bilhões em licenciamentos para a implantação investimentos privados desde 2019.

“Apenas nesses últimos dias do ano anunciamos a retomada da fabricação da Audi em São José dos Pinhais; investimentos da Klabin em obras de infraestrutura; novo acordo com a DAF em Ponta Grossa; e a construção do novo empreendimento da Unium, também nos Campos Gerais. Somando esses quatro investimentos passa de R$ 1,3 bilhão”, destaca o governador.

Recursos novos que chegam ao Estado em razão de outra política proposta por Ratinho Junior: a de transformar o Paraná no hub logístico da América do Sul. Com isso em mente, o governador começou a tirar obras emblemáticas das pranchetas dos arquitetos e engenheiros.

Assim nasceu a Nova Ferroeste, ramal ferroviário que vai ligar Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, ação bilionária que está à beira de chegar à Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Ou os 3,3 mil quilômetros de rodovias federais (65%) e estaduais (35%) que serão concedidas, também com a chancela da B3, à iniciativa privada, com a garantia de menor tarifa de pedágio e investimento de R$ 44 bilhões em obras, boa parte delas em duplicações.

Ratinho Junior cita ainda a construção da segunda ponte com o Paraguai, em parceria com a Itaipu Binacional; a revitalização da orla de Matinhos, com a assinatura da ordem de serviço prevista para ocorrer em janeiro; o projeto da ponte de Guaratuba; a modernização do Porto de Paranaguá; e o novo Trevo Cataratas, em Cascavel, como outros projetos impactantes em andamento.

“O investidor busca estrutura logística para poder entregar com rapidez e menor custo aquilo tudo que produz. E por oferecer essas condições, o Paraná virou uma grande referência para eles”, diz. “Sem contar o bom momento político e a desburocratização da máquina pública, fatores essenciais para quem quer investir, ganhar seu dinheiro e gerar emprego e renda”.

SOCIAL – Movimentação econômica que ajuda a pulverizar ações sociais dos mais diversos segmentos. Ele destaca a criação do Paraná Solidário, pacote que amplia os benefícios voltados a pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica do Estado.

Entre outras ferramentas, torna permanente o programa Comida Boa, que permite a transferência de renda a pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza que não são atendidas pelo Auxílio Brasil, do governo federal, além de estender o alcance das tarifas sociais de água e luz e o valor do aluguel social dos moradores de áreas que estão sendo requalificadas nos municípios.

A efetivação dos programas Comida Boa, Energia Solidária, Água Solidária e do Aluguel Social se somam a outras iniciativas do Governo do Estado voltadas ao público mais vulnerável. A previsão é que mais de 1 milhão de pessoas sejam impactadas pelas ações, que juntas terão investimentos de cerca de R$ 485,6 milhões por ano, com recursos oriundo de diferentes fontes.

Além disso, por meio da modalidade programa Casa Fácil Paraná, chamada Valor de Entrada, o Estado pretende bancar até R$ 15 mil do valor de entrada de imóveis para a população de baixa renda. Serão 30 mil residências dentro deste escopo social.

“Este é o maior pacote social do Brasil e atende uma cadeia ampla, para que as pessoas tenham o mínimo de condições para ter qualidade de vida e ser feliz. É nossa obrigação como Estado cuidar de quem mais precisa”, afirma. “E ano que vem é pé no acelerador. A ideia é manter esse ritmo”, arremata.

Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN

Cotas de compras em Foz chegam a US$ 1 mil

Turistas brasileiros podem comprar US$ 500 no Paraguai e mais U$ 500 nas lojas francas instaladas em Foz do Iguaçu

O deputado Ricardo Barros, líder do Governo na Câmara dos Deputados, confirmou nesta quarta-feira, 22, ao prefeito Chico Brasileiro o aumento na cota de compras em dólares nas lojas francas (duty free). “Aprovamos no Congresso Nacional, dentro do orçamento da União, recursos para renúncia fiscal que envolvem o aumento da cota terrestre de US$ 300 para US$ 500, das lojas francas, e também de US$ 500 para US$ 1.000 (R$ 5,7 mil) quando o passageiro está em transporte aéreo”, disse Ricardo Barros.

O aumento de US$ 300 para US$ 500 dólares (R$ 2.850,00) do limite de compras nas lojas francas no Brasil, iguala o limite autorizado nas cidades gêmeas dos países vizinhos (Argentina e Paraguai). “Vai ser um grande estímulo para as lojas francas, uma vez que esta cota já existe para quem compra do outro lado da fronteira, gerando empregos, impostos e também oportunidade para o desenvolvimento”, disse e o nosso jovem.

Lojas francas
Foz do Iguaçu conta atualmente com duas lojas francas e tem previsão de receber mais duas nos próximos anos. Ainda em maio, o prefeito Chico Brasileiro formalizou o pedido do aumento da cota no Ministério da Fazenda. “É mais uma boa notícia deste final de ano para Foz do Iguaçu. O Congresso Nacional e o governo federal atendem mais uma reivindicação do turismo”, disse.

“A partir de 1º de janeiro, poderá comprar até US$ 1 mil em Foz – US$ 500 da cota de compras no Paraguai e mais US$ 500 nas lojas francas das cidades”, completa o prefeito.

A concessionária que está assumindo o aeroporto internacional das Cataratas já adiantou que pretende instalar um shopping (duty free) de produtos importados no terminal. O mesmo já ocorre em outros grandes aeroportos do país e o processo em Foz deve começar a partir de janeiro.

Cotas
O Orçamento de 2022, aprovado na terça-feira, 21, pelo Congresso Nacional, autoriza uma perda de arrecadação de R$ 39,8 milhões com a alteração do novo limite para compras no exterior. Desde o dia 1º de janeiro estão valendo os novos limites para o brasileiro trazer compras do exterior sem pagar imposto. No free shop de aeroportos, o limite dobrou de US$ 500 para US$ 1.000. Em viagens por terra, rio ou lago, o total subiu de US$ 300 para US$ 500.

Hoje, os bens sujeitos ao pagamento do imposto e que não se enquadrem como de uso ou consumo pessoal, são isentos até o limite da cota de US$ 500. Em dezembro de 2019, os países integrantes do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) aprovaram a elevação desse limite em viagens aéreas e marítimas.

Na peça orçamentária, também há a previsão de perda de arrecadação de R$ 380 mil com a mudança do limite de compras nas chamadas “lojas francas” nas fronteiras do país. Consumidores poderão comprar até produtos com valor de até US$ 500 dólares sem o pagamento de taxas.