Presidente da APP diz que golpe militar foi no dia 31 de abril

hermes

Daí, o professor, líder sindical, presidente da APP-Sindicato, erra feio em artigo publicado nesta sexta-feira, 29, na Gazeta do Povo. O golpe militar de 1964 não ocorreu no dia 31 de abril. Nem abril tem 31 dias. “Há tragédias coletivas que marcam profundamente a história. Como esquecer as bombas sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945? O golpe militar de 1964, no dia 31 de abril?”, diz o presidente da APP, Hermes Leão, no jornal.

O fato aconteceu em 31 de março de 1964. Mas, e daí? Hermes Leão não frequenta salas de aula. Não tem contato com alunos. E ensinar não é o seu objetivo de vida. Ainda tem mais: tentar comparar uma época com olhos de outra, os historiadores dão a isso o nome de anacronismo. Quem ensina é o historiador Lira Neto que não deve fazer parte da leitura do presidente da APP.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Datena permanece no União Brasil e está “a disposição para aquilo que o partido definir”

PDT admite que “palanque duplo” com Lula será inevitável

Chefes do PDT presentes na convenção que lançará oficialmente Ciro Gomes como pré-candidato à Presidência da República já admitem que a sigla terá vários “palanques duplos”. Ou seja, candidatos que dividirão apoio entre o escolhido pedetista e Lula, o favorito até o momento para as eleições de 2022.

O principal nome da sigla que deverá estar em palanques de Ciro e Lula é o senador Weverton Rocha (MA). Ele deverá ser candidato ao governo do Maranhão e terá permissão da direção da legenda para estar ao lado do candidato do PT.

Leia mais em Metrópoles