PF combate lavagem de dinheiro do tráfico de drogas em três estados

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (18) a Operação Solis para combater uma organização criminosa especializada na lavagem de dinheiro proveniente dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e casas de prostituição. De acordo com a PF,  o líder do grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 milhão no sistema bancário. Ele ostentava, entre outros bens, carros de luxo, jets ski e casas na praia.

Para lavar o dinheiro oriundo das atividades criminosas, os traficantes utilizavam empresas, uma delas fictícia, com o objetivo de dar aparência de legalidade aos negócios e a ostentação de bens e valores frutos dos crimes praticados.

“Uma das formas utilizadas na lavagem de dinheiro é o recebimento de valores nas casas de prostituição mediante máquinas de cartão de crédito vinculadas a empresas do ramo de cosméticos e energia solar”.

Cerca de 90 policiais federais cumprem nove mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em três estados, no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

De acordo com a PF, o nome da operação, Solis, é uma referência ao Sol, estrela central do nosso sistema planetário, pois é dessa forma que atua o principal investigado desse grupo criminoso, buscando todos os holofotes, ostentando veículo de alto padrão para ser o centro das atenções na pequena Cidade de Boa Vista da Aparecida, no Paraná. Além disso, o crime de lavagem de dinheiro é realizado por meio de uma empresa do ramo de energia solar.

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Mesmo com lucros astronômicos, bancos demitem

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados tem audiência pública hoje para discutir o desempenho dos bancos no país. O deputado Júlio Cesar (PSD-PI) lembrou que em 2020 os cinco maiores bancos lucraram mais de R$ 79,3 bilhões, fecharam mais de 1.364 agências bancárias em todo país, reduzindo mais de 11 mil postos de trabalho.

Curitiba teve 60% menos voos em 2020; Foz, -65%

O impacto da pandemia da covid no setor aéreo em 2020 levou a uma queda de 60,9% no número de passageiros e de 52,9% no transporte de cargas em Curitiba na comparação com 2019. Os dados foram divulgados pelo IBGE e mostram ainda que a capital paranaense foi uma das cidades mais afetadas no país.

Ao longo do ano passado foram registrados 2,48 milhões de viajantes embarcando ou desembarcando em Curitiba, enquanto em 2019 foram 6,33 milhões. A redução, de 60,9%, foi a terceira maior registrada entre as principais cidades analisadas pelo estudo, atrás apenas de Uberlândia (-64,3%) e Foz do Iguaçu (-64%).