Pastor antivacina morre após ser hospitalizado por Covid-19

O pastor americano Marcus Lamb, conhecido por suas pregações contra as vacinas da Covid19, morreu depois de ser hospitalizado com Covid-19, anunciou sua família ontem, segundo informações da CNN. Marcus costumava se manifestar contra as vacinas em seu programa televiso. Em um episódio no início deste ano com os ativistas antivacinas Robert F. Kennedy Jr. e Del Bigtree, Lamb disse que a vacina Covid-19 “não era realmente uma vacina”, mas uma “injeção experimental” que era “perigosa. Marcus Lamb alegou que pessoas estavam morrendo ou tendo distúrbios neurológicos por causa da vacina.

Sua esposa, Joni Lamb, anunciou a morte. Segundo ela, seu marido tinha diabetes, mas era saudável e foi hospitalizado após ser diagnosticado com Covid-19. “Ele nunca falava sobre isso, mas tinha diabetes, mas controlava. Ele era muito saudável, comia saudável, mantinha o peso baixo e sempre mantinha o açúcar em bom nível. Mas tentando tratar Covid e a pneumonia, os diferentes protocolos usados, incluindo muitos dos protocolos de que falamos aqui no Daystar, e usamos esses, e eu os usei e passei por Covid.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA afirmam que as vacinas da Covid-19 “são seguras e eficazes” e que quaisquer eventos adversos após a vacinação “são raros, mas podem ocorrer”. Pessoas que não foram vacinadas contra Covid-19 tinham 11 vezes mais chances de morrer da doença e 10 vezes mais chances de serem hospitalizadas com a doença, de acordo com um estudo publicado pelo CDC.

 

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EUA vão aceitar CoronaVac para entrada de visitantes estrangeiros

Os Estados Unidos vão aceitar a entrada de visitantes vacinados com vacinas contra a covid-19 autorizadas pelos órgãos reguladores dos EUA e também aquelas autorizadas para uso emergencial pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A informação foi publicada pela agência de notícias Reuters na noite de sexta-feira (8).svg%3Esvg%3E

Segundo a agência, Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) disse que seis vacinas aprovadas pela FDA, a agência reguladora norte-americana e listadas para uso emergencial pela OMS atendem aos critérios para que o visitante possa entrar nos EUA.

Atualmente, a lista da entidade inclui, para uso emergencial, os imunizantes CoronaVac, Pfizer/BioNTech, AstraZeneca, Janssen, Moderna e Sinopharm.

Doria critica Lira: ‘Não tem compromisso democrático’

Brasil

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Após o pronunciamento em rede nacional feito pelo presidente da Câmara ante os atos de ontem (7), governador de São Paulo lamenta postura de Lira e diz que “não é nas palavras, mas com atitude, que se faz a democracia”.

Nesta quarta-feira (8), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou o discurso feito mais cedo pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), sobre os atos do dia 7 de setembro.

Por não ter citado o impeachment do presidente Jair Bolsonaro nas declarações, Doria disse que Lira “não tem compromisso com a democracia”, segundo o G1.

“Lamento que ele não tenha compromisso com a democracia, porque se tivesse, estaria colocando em pauta o impeachment do presidente Bolsonaro. Eu lamento, sinceramente, a postura, a atitude e o descompromisso do presidente da Câmara com a democracia brasileira”, afirmou.

Na continuação de seus comentários, Doria ainda afirmou: “Que ele [Lira] proceda, dentro da democracia e dos procedimentos do Congresso Nacional, a apresentação do processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. Não é apenas na palavra, é na atitude que se faz democracia”, completou.

Na terça-feira (7), o governador manifestou, pela primeira vez, ser a favor do impeachment do presidente da República. Doria disse que esperava que Lira submetesse o pedido aos demais parlamentares.

“Depois dos arroubos, do afrontamento que tivemos ontem [7] à Constituição, à democracia, à Suprema Corte, o mínimo que poderia se esperar de um presidente de uma Câmara era submeter aos seus parlamentares, já que a decisão não é dele, não é monocrática, e sim da Câmara e do Senado, que pudesse submeter e dar andamento ao pedido de impeachment”, declarou.

Segundo a mídia, o governador foi questionado sobre possível aliança com o PT e uma formação de bloco contra Bolsonaro, em sua resposta, Doria disse que é uma decisão que cabe ao presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo.



com informações da Agência Sputink