Paraná recebe mais 387.240 vacinas contra a Covid-19 nesta segunda-feira

O Ministério da Saúde confirmou o envio de 387.240 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná. As doses são da 71ª pauta de distribuição e devem chegar na tarde desta segunda-feira (6).

A remessa é integralmente para dose de reforço (DR), sendo 376.740 vacinas da Pfizer/BioNTech para a população acima de 18 anos e 10.500 AstraZeneca/Fiocruz destinadas à população indígena ( de 18 a 59 anos).

As doses da Pfizer desembarcam no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 13h50, no voo LA-3293, e às 15h, no voo G3-1106. O lote com AstraZeneca/Fiocruz está previsto para às 18h35, no voo AD-4078.

Assim que os imunizantes chegarem ao Estado serão encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde passarão por conferência e armazenamento até que sejam descentralizados para as Regionais de Saúde.

“Esta é a primeira remessa de dezembro. Nosso caminho até aqui foi de muita dedicação, trabalho e esperança. Quase doze meses completos recebendo vacinas semanalmente e, logo na sequência, já fazendo chegar aos braços dos paranaenses. Antes de 2022, gostaria de ver toda a população vacinada contra o coronavírus”, enfatizou o secretário de Saúde do Estado, Beto Preto.

Além das vacinas, o governo federal informou o envio de 1.094.500 seringas descartáveis 3ml com agulha 23Gx1 e 437.500 seringas 1ml com agulha 23Gx1.

Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 17.296.176 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.874.149 primeiras doses (D1) e 7.590.315 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU). O Estado registra ainda a aplicação de 55.914 doses adicionais (DA) e 775.798 doses de reforço (DR).

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Presidente da Alep testa positivo para covid-19

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep),  deputado Ademar Traiano (PSDB), testou positivo para covid-19 na manhã desta sexta-feira (7) e cancelou os compromissos da agenda na região Sudoeste do Estado.

Traiano já tomou as três doses da vacina e, mesmo tomando todos os cuidados como uso de máscara, e distanciamento social, contraiu o vírus pela segunda vez.

Ele ficará cumprindo o período necessário de isolamento em casa, junto com a esposa Rose, que também está com covid.

Nesta semana, o presidente cumpriu expediente na Assembleia após realizar dois testes que deram resultado negativo. O vírus só foi detectado num terceiro teste. Traiano está com sintomas leves de tosse e dor no corpo.

Foto: reprodução

Anvisa aprova registro de insumo da Fiocruz, e Brasil terá vacina 100% nacional contra Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta sexta-feira (7), o registro do insumo farmacêutico ativo (IFA) da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, o Brasil terá um imunizante produzido totalmente em território nacional (veja mais no vídeo acima).

Essa etapa era a última do processo de transferência de tecnologia da produção da vacina. Agora, o “ingrediente” da vacina (ou seja, o IFA) será produzido no país, em vez de ser importado de fora. No ano passado, a Fiocruz precisou atrasar a entrega de vários lotes de vacina por falta do IFA.

Fiocruz tem o equivalente a 21 milhões de doses em IFA nacional, em diferentes etapas de produção e controle de qualidade. A previsão é a de que as primeiras doses do imunizante sejam envasadas ainda em janeiro e entregues ao Ministério da Saúde em fevereiro.

ara aprovar o registro do insumo, a Anvisa avaliou estudos de comparabilidade – que demonstraram que o ingrediente fabricado no país teve o mesmo desempenho do importado.

“É uma grande conquista para a sociedade brasileira ter uma vacina 100% nacional para a Covid-19 produzida em Bio-Manguinhos/Fiocruz. A pandemia de Covid-19 deixou claro o problema da dependência dos insumos farmacêuticos ativos para a produção de vacinas. Com essa aprovação hoje pela Anvisa, conquistamos uma vacina 100% produzida no país e, dessa forma, garantimos a autossuficiência do nosso Sistema Único de Saúde [SUS] para essa vacina, que vem salvando vidas e contribuindo para a superação dessa difícil fase histórica do Brasil e do mundo”, destacou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

Foto: Michael Melo/Metrópoles