Número de mortos por COVID-19 na Índia ultrapassa 200 mil

O número de mortes por coronavírus na Índia ultrapassou 200.000 nesta quarta-feira (28), com mais de 3.000 mortes relatadas 24 horas pela primeira vez.

De acordo com dados do Ministério da Saúde da Índia, um total de 201.187 pessoas já morreram no país devido à pandemia da COVID-19, embora muitos especialistas suspeitem que o verdadeiro número de mortos seja mais alto.

A Índia já relatou 18 milhões de infecções, tendo um aumento de 360.000 nas últimas 24 horas. Só neste mês de abril, o país teve quase seis milhões de novos casos.

Em Nova Deli, na Índia, piras funerárias realizam a cremação de pessoas mortas por COVID-19, em 26 de abril de 2021

O país asiático tem enfrentado o aumento exponencial de casos de COVID-19 no país em meio à descoberta de uma nova variante do vírus SARS-CoV-2.

Diversos países anunciaram restrições ao tráfego aéreo com a Índia temendo a disseminação da nova cepa em seus territórios. A União Europeia, os Estados Unidos e a Rússia, estão entre os que também ofereceram ajuda ao governo indiano para enfrentar a crise.

com informações da Agência Sputink

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Gabriel Boric é eleito presidente do Chile

Gabriel Boric é eleito presidente do Chile — Foto: AP Photo/Andres Poblete

O candidato de esquerda Gabriel Boric foi eleito presidente do Chile neste domingo (19). Aos 35 anos, será a pessoa mais jovem da história a ocupar o cargo. Ele já foi deputado e líder estudantil.

Numa eleição marcada pela polarização política, Boric venceu o advogado José Antonio Kast, de ultradireita. Kast informou em rede social que telefonou para o rival reconhecendo a derrota e parabenizando-o pela vitória.

Até as 20h10 deste domingo, com 99,85% das urnas apuradas, Boric tinha 55,9% dos votos, contra 44,1% de Kast.

Boric havia ficado em segundo lugar no primeiro turno, com 25,82%. Já Kast teve 27,91%. É a primeira vez desde a redemocratização, três décadas atrás, que um candidato que não venceu o primeiro turno chega à presidência. A posse ocorre em março.

Governo reduzirá de 5 para 4 meses o intervalo da dose de reforço contra a Covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou na tarde deste sábado, 18, via redes sociais, que o governo vai reduzir de cinco para quatro meses o intervalo para aplicação da dose de reforço das vacinas contra covid-19. De acordo com o chefe da Saúde, um dos principais motivos seria ampliar a proteção contra a variante Ômicron.

“A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos, em especial em grupos de risco”, publicou o ministro no Twitter.

Segundo Queiroga, a portaria com a modificação será publicada nesta segunda-feira (20). “Informem-se sobre o calendário vacinal de seu município e veja se já chegou a sua vez”, pontuou o ministro.

A variante Ômicron, que tem preocupado as autoridades de Saúde, já foi identificada em 89 países, segundo resumo técnico da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado na sexta-feira (17) com dados até o dia anterior.

Imagem: reprodução