Mais de 85 mil pessoas visitaram o Parque Nacional do Iguaçu em novembro

Em novembro, penúltimo mês do ano, o Parque Nacional do Iguaçu recebeu 85.999 visitantes. Um crescimento de 9% se comparado com o mês de outubro, quando 78.665 pessoas visitaram o maior conjunto de quedas d’água do mundo, as Cataratas do Iguaçu.

Dentre os visitantes que estiveram na unidade de conservação, a maioria são de brasileiros. Eles representam 91% da visitação total, sendo ao todo 78.709 visitantes que vieram dos 26 estados do Brasil e Distrito Federal.

No ranking dos estados brasileiros que mais visitaram o parque, a lista é liderada por Paraná, São Paulo e Santa Catarina que fecham o top 3, seguido de Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Distrito Federal, Ceará e Mato Grosso do Sul.

Na listagem dos países com a maior quantidade de visitantes, o Paraguai lidera, seguido por Argentina, Estados Unidos, Alemanha, França, Peru, Colômbia, Espanha e México.

Ingressos antecipados e exclusivamente on-line

Para visitar o Parque Nacional do Iguaçu é preciso adquirir o ingresso pelo site oficial, exclusivamente on-line (www.cataratasdoiguacu.com.br/ingressos), com escolha do dia e horário para o passeio. Os ingressos são limitados por horário.

Central de atendimento no WhatsApp

Receba dicas e informações sobre o Parque Nacional do Iguaçu, é só entrar em contato com a Central de Atendimento ao Visitante: +55 (45) 9137-3444 (wa.me/554591373444).

*Histórico de visitação do ano de 2021 (mês a mês)*
Janeiro: 75.138
Fevereiro: 45.690
Março: 15.143
Abril: 20.018
Maio: 24.632
Junho: 27.739
Julho: 56.819
Agosto: 45.996
Setembro: 67.046
Outubro: 78.665
Novembro: 85.999

_Créditos fotografias: Alexandre Soto #FotoEquipeCataratas – @cataratasdoiguacu_

*Informações e ingresso on-line:*
www.cataratasdoiguacu.com.br
contato@catarataspni.com.br
(45) 3521-4400

*Redes sociais*
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Startup incubada no PTI-BR recebe aporte de R$ 450 mil

A startup WestCob, incubada pelo Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR), acaba de receber um investimento de R$ 450 mil, realizado através do programa da Stars Aceleradora.

A WestCob desenvolveu um sistema que melhora e automatiza os processos de cobrança, economizando tempo e aumentando a efetividade na recuperação de créditos para as empresas.

De acordo com o CEO da startup, Lucas Brunetto Cari, os clientes da WestCob conseguem recuperar até 70% de pagamentos vencidos, todos os meses, economizando também em tempo, contratações de pessoas, além de eliminar processos manuais.

Incubadora Santos Dumont

Para atingir esse estágio de maturidade, Lucas conta que foi fundamental o apoio do Parque Tecnológico. “As mentorias, as trilhas de aprendizagem, as consultorias, realizadas através da Incubadora Santos Dumont, foram muito importantes para a consolidação do negócio”, disse.

Segundo o CEO da WestCob, outro benefício de fazer parte do ecossistema do Parque Tecnológico é a ampliação do networking. “A partir da incubadora, uma série de oportunidades, contatos e possibilidades se abriram para nós. A própria participação nesse programa da Stars Aceleradora foi possível graças a uma dica dada por um analista do PTI-BR”, explicou Lucas.

Compromisso Social

Para o diretor superintendente do PTI-BR, general Eduardo Garrido, a ação está em linha com a missão do Parque Tecnológico que é fomentar o desenvolvimento da ciência, tecnologia, inovação e negócios, resultando em riqueza e bem-estar à sociedade. Para isso, é muito importante o trabalho de incubação das empresas.

“Nós queremos, cada vez mais, estimular e incentivar as startups para desenvolver ciência, tecnologia e inovação em nosso ecossistema. O resultado desse trabalho vai beneficiar a economia de Foz do Iguaçu e da região, com a atração de novos investimentos, geração de mais empregos e renda para a população”, explicou Garrido.

Itaipu inicia terceira e última fase na construção de ciclovia

A Itaipu deu início à terceira e última fase das obras para a implantação de uma ciclovia na Avenida Tancredo Neves, entre o viaduto da BR-277 e a barreira de controle da usina, em Foz do Iguaçu (PR). A fase final é a mais extensa e compreende o trecho entre a BR e a ponte do Rio Almada, num total de 3,2 km de extensão.

Para a construção desse trecho, será necessária a retirada de 40 árvores nativas. De acordo com o arquiteto e urbanista Henrique Gazzola de Lima, da Divisão de Planejamento de Infraestrutura da Itaipu, a empresa irá promover uma compensação quase 10 vezes superior ao corte realizado. “Serão plantadas 370 mudas de árvores nativas, sendo a maior parte no próprio trecho da ciclovia, conforme o licenciamento ambiental da obra”, afirmou.

As obras desta terceira fase da ciclovia, que deverão ser finalizadas em 2023, compreendem a implantação da via em piso asfáltico para a circulação das bicicletas, calçada e iluminação, com postes de cerca de 4,5 metros de altura, além de uma nova rede de drenagem. Também será instalada uma travessia elevada para pedestres próximo à entrada da Vila B, facilitando o acesso a pontos de ônibus ali localizados, e conexões entre a ciclovia em construção e as ciclofaixas já instaladas nas avenidas Silvio Américo Sasdelli e Araucária.

No total, a Itaipu está investindo mais de R$ 18 milhões no projeto. A primeira fase, de 1,6 km de extensão, entre a barreira de controle da usina e o cruzamento com a Avenida Tarquínio Joslin dos Santos, recebeu R$ 3 milhões de investimento e foi executada pela construtora Metrosul, entre março de 2018 e agosto de 2019.

A segunda fase, de 2 km de extensão até a ponte do Rio Almada, recebeu R$ 6 milhões e foi executada pela Pisossul Engenharia e Construção, entre junho de 2019 e maio de 2021. Os 3,2 km da fase final custarão 9,1 milhões. A execução, iniciada no último mês de novembro, está a cargo da Sinalpar com prazo estimado em 18 meses. Ao final, as três fases somarão 6,8 km de ciclovias. Foto: Rubens Fraulini/ Itaipu Binacional

Assessoria