General Silva e Luna é aclamado presidente do Bracier

Em eleição feita por meio de assembleia virtual, o diretor-geral brasileiro da Itaipu foi eleito por unanimidade presidente do Comitê, que congrega atualmente 17 empresas e entidades do setor elétrico brasileiro.

O general Joaquim Silva e Luna, diretor-geral brasileiro da Itaipu, foi aclamado por unanimidade presidente do Comitê Brasileiro da Comissão de Integração Elétrica Regional (Bracier), nesta quarta-feira (23). Ele substitui o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira, que convidou Silva e Luna para concorrer à eleição da entidade exatamente pelo conhecimento e alinhamento do diretor-geral brasileiro com as questões do setor elétrico e sua integração com a América do Sul.

Silva e Luna dirige desde fevereiro de 2019 o lado brasileiro da maior geradora de energia elétrica limpa e renovável do planeta. A eleição do Bracier foi feita por meio de uma assembleia virtual. No mesmo pleito, Ubirajara Brum da Silva, superintendente da Ouvidoria da Copel, foi escolhido para ocupar o cargo de secretário executivo.

Para Silva e Luna, ter sido escolhido é uma grande honra. “Vamos corresponder ao máximo a esse voto de confiança para ficar à frente dessa entidade tão importante. É uma grande responsabilidade.”

O Bracier é uma entidade não governamental, sem fins lucrativos, que congrega atualmente 17 empresas e entidades do setor elétrico brasileiro. Entre elas estão o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), a Eletrobras e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Faz parte de sua missão discutir uma adequada política de integração e complementação nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia entre os países fronteiriços. Outro objetivo do Bracier é promover e impulsionar a integração do setor energético regional com ênfase na interconexão de sistemas elétricos, nos intercâmbios comerciais e nas interdependências energéticas, dentro de uma proposta de cooperação mútua entre os associados.

O comitê também promove ações de integração e segurança energética na América do Sul e América Central, fomentando e coordenando as iniciativas de seus comitês nacionais.

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Startup incubada no PTI-BR recebe aporte de R$ 450 mil

A startup WestCob, incubada pelo Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR), acaba de receber um investimento de R$ 450 mil, realizado através do programa da Stars Aceleradora.

A WestCob desenvolveu um sistema que melhora e automatiza os processos de cobrança, economizando tempo e aumentando a efetividade na recuperação de créditos para as empresas.

De acordo com o CEO da startup, Lucas Brunetto Cari, os clientes da WestCob conseguem recuperar até 70% de pagamentos vencidos, todos os meses, economizando também em tempo, contratações de pessoas, além de eliminar processos manuais.

Incubadora Santos Dumont

Para atingir esse estágio de maturidade, Lucas conta que foi fundamental o apoio do Parque Tecnológico. “As mentorias, as trilhas de aprendizagem, as consultorias, realizadas através da Incubadora Santos Dumont, foram muito importantes para a consolidação do negócio”, disse.

Segundo o CEO da WestCob, outro benefício de fazer parte do ecossistema do Parque Tecnológico é a ampliação do networking. “A partir da incubadora, uma série de oportunidades, contatos e possibilidades se abriram para nós. A própria participação nesse programa da Stars Aceleradora foi possível graças a uma dica dada por um analista do PTI-BR”, explicou Lucas.

Compromisso Social

Para o diretor superintendente do PTI-BR, general Eduardo Garrido, a ação está em linha com a missão do Parque Tecnológico que é fomentar o desenvolvimento da ciência, tecnologia, inovação e negócios, resultando em riqueza e bem-estar à sociedade. Para isso, é muito importante o trabalho de incubação das empresas.

“Nós queremos, cada vez mais, estimular e incentivar as startups para desenvolver ciência, tecnologia e inovação em nosso ecossistema. O resultado desse trabalho vai beneficiar a economia de Foz do Iguaçu e da região, com a atração de novos investimentos, geração de mais empregos e renda para a população”, explicou Garrido.

Itaipu inicia terceira e última fase na construção de ciclovia

A Itaipu deu início à terceira e última fase das obras para a implantação de uma ciclovia na Avenida Tancredo Neves, entre o viaduto da BR-277 e a barreira de controle da usina, em Foz do Iguaçu (PR). A fase final é a mais extensa e compreende o trecho entre a BR e a ponte do Rio Almada, num total de 3,2 km de extensão.

Para a construção desse trecho, será necessária a retirada de 40 árvores nativas. De acordo com o arquiteto e urbanista Henrique Gazzola de Lima, da Divisão de Planejamento de Infraestrutura da Itaipu, a empresa irá promover uma compensação quase 10 vezes superior ao corte realizado. “Serão plantadas 370 mudas de árvores nativas, sendo a maior parte no próprio trecho da ciclovia, conforme o licenciamento ambiental da obra”, afirmou.

As obras desta terceira fase da ciclovia, que deverão ser finalizadas em 2023, compreendem a implantação da via em piso asfáltico para a circulação das bicicletas, calçada e iluminação, com postes de cerca de 4,5 metros de altura, além de uma nova rede de drenagem. Também será instalada uma travessia elevada para pedestres próximo à entrada da Vila B, facilitando o acesso a pontos de ônibus ali localizados, e conexões entre a ciclovia em construção e as ciclofaixas já instaladas nas avenidas Silvio Américo Sasdelli e Araucária.

No total, a Itaipu está investindo mais de R$ 18 milhões no projeto. A primeira fase, de 1,6 km de extensão, entre a barreira de controle da usina e o cruzamento com a Avenida Tarquínio Joslin dos Santos, recebeu R$ 3 milhões de investimento e foi executada pela construtora Metrosul, entre março de 2018 e agosto de 2019.

A segunda fase, de 2 km de extensão até a ponte do Rio Almada, recebeu R$ 6 milhões e foi executada pela Pisossul Engenharia e Construção, entre junho de 2019 e maio de 2021. Os 3,2 km da fase final custarão 9,1 milhões. A execução, iniciada no último mês de novembro, está a cargo da Sinalpar com prazo estimado em 18 meses. Ao final, as três fases somarão 6,8 km de ciclovias. Foto: Rubens Fraulini/ Itaipu Binacional

Assessoria