Especialista destaca impactos da comunicação estratégica para os negócios

Salvador – Bahia 28/7/2020 – O posicionamento empresarial é substancial para que a organização obtenha vantagem competitiva frente aos concorrentes.

Segundo o Relações Públicas Rodrigo Almeida, benefícios em visibilidade e reputação são consequências do diálogo com o mercado e a sociedade.

O primeiro semestre de 2020 no Brasil contabilizou demissões, retrações em setores do trabalho, quedas percentuais na bolsa de valores e o fechamento de 522 mil empresas por causa da pandemia, segundo dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Considerada a pior crise econômica do país, o Governo Federal, em parceria com os municípios, tem apostado na flexibilização da quarentena e reabertura do mercado como últimas cartadas para deter uma versão abrasileirada do ‘crash de 1929’.

Mesmo com a retomada das atividades comerciais nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, ensaiada também no estado da Bahia, um levantamento da ‘Culture Lab’ — intitulada “O relaxamento no Brasil” — indica que 76% dos brasileiros não concordam com o ‘relaxamento’ da quarentena. Inseguros sobre o retorno às ruas, a baixa movimentação de clientes e capital persiste abalando o mercado de trabalho e a confiança das categorias comerciais.

Segundo o relações públicas Rodrigo Almeida, a falta de planejamento empresarial é um dos fatores que tem levado instituições a fecharem as portas nos primeiros meses de aperto econômico. Apesar da acentuação gerada pela crise, o RP explica que o Brasil vem de um histórico de 4 anos consecutivos na última década — entre 2014 a 2017 —, em que o saldo de empresas fechadas supera as aberturas, moldando o perfil despreparado do empresariado brasileiro.

Para potencializar o retorno das empresas e o engajamento de clientes, o Mestre em Gestão e Tecnologia Industrial explica que a ‘Comunicação Estratégica’, unida ao planejamento empresarial, é fundamental para levar credibilidade, reputação e solidez de imagem às organizações. Segundo o RP, as consequências de manter uma boa comunicação com a sociedade e mercado leva estabelecimentos a passarem por situações de crise de forma mais branda, seja relacionada a imagem ou economia.

Para ilustrar, Rodrigo traz o case de empresas consolidadas no mercado, como o Magazine Luiza. Operando com 50% do faturamento, estima-se que a rede de varejo ainda tenha fôlego para mais dois anos de lojas físicas fechadas. O profissional de comunicação explica que o planejamento conjunto de administradores, contadores, empresários e o setor de comunicação leva empresas como a “Magalu” a permanecerem consolidadas no mercado, sem perspectiva de fechamento a curto prazo.

Instruindo profissionais liberais (médicos, arquitetos, escritores, consultores, agências, dentre outros) a usarem a comunicação estratégica para ganhar visibilidade, novos clientes, diálogo assertivo com o público-alvo, crescimento e reputação na pandemia, o Relações Públicas destaca 5 ações estratégicas de impacto direto para os negócios.

Confira abaixo:

COMUNICAÇÃO

“Essencial para que a comunicação empresarial alcance os objetivos almejados, a comunicação estratégica — alinhada à missão, visão e valores da organização; torna o planejamento estratégico no seu diálogo com os públicos mais assertivo, tanto no alinhamento dos canais de suporte, como na resolução de conflitos e tomada de decisões”, explica o gestor da Agência CRIATIVOS.

POSICIONAMENTO

“O posicionamento empresarial é substancial para que a organização obtenha vantagem competitiva frente aos concorrentes. Podendo ser planejada com focos distintos, a exemplo de preço, acessibilidade e benefícios, o posicionamento bem definido direciona a comunicação de forma consistente à expectativa fim. Vale investir em assessoria de imprensa e relacionamentos estratégicos”.

MERCADO

“Utilizar a comunicação estratégica aliada à inteligência de mercado leva em conta dados, evidências e fatos a fim de qualificar a tomada de decisões empresariais”.

MARCAS

“Criar estratégia de marca não é mais uma opção empresarial, mas uma necessidade. Com base no planejamento estratégico da organização, um negócio/serviço ‘comum’ pode virar uma marca respeitável, estabelecendo ainda mais valor para o mercado e agregando credibilidade e confiança ao produto/serviço entregue”.

PESSOAS

“A gestão estratégica de pessoas dentro de uma empresa está intimamente conectada à sua cultura organizacional. Entender que pessoas e setores são essenciais no desenvolvimento do negócio, reconhecendo a importância de um modelo sistêmico da gestão, favorece o aprimoramento dos processos, satisfação do corpo laboral, melhora do clima organizacional, ampliação de ‘outputs’ positivos, alinhamento dos fluxos, solidez de marca e crescimento de mercado”, conclui.

Para mais informações profissionais, acesse o perfil de Rodrigo Almeida @rodrigoalmeidarp, a página da Agência CRIATIVOS www.criativospr.com.br ou o Instagram @criativos.pr.

Website: http://www.criativospr.com.br

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Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil

São Paulo, SP 28/7/2020 – Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias.

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil e Antonio Wrobleski fala sobre a importância da análise de dados para mudar esse cenário.

O conceito de SLA, Service Level Agreement, surgiu na década de 1990 para medir e gerenciar a qualidade do serviço em ambientes computacionais e, atualmente, é utilizado em diversos segmentos. 

Dados do Sindec de 2019 mostram que 40% das reclamações na plataforma Consumidor.gov.br (serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo) são sobre o setor de telecomunicações e 22% sobre serviços financeiros. 

No Brasil, quase 50% da população não tem acesso a coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Trata Brasil, e 35 milhões não têm acesso a água tratada (SNIS 2017).

Durante o isolamento social têm crescido as reclamações contra serviços de internet e telefonia e entregas. Para se ter uma ideia, as queixas sobre compras on-line no Distrito Federal cresceram 74% na pandemia (Procon) e as queixas contra serviços de internet cresceram 71,4% em Campinas (Anatel).

Para Antonio Wrobleski, Presidente do Conselho da Pathfind – empresa de tecnologia que oferece soluções em otimização para as áreas de logística, vendas e trade marketing, esses números mostram que os motivos para essa baixa qualidade na prestação de serviços são diversos, e começam no mau exemplo da gestão pública, mas o principal é que as empresas não estão medindo e nem ao menos se preocupando com seu nível de serviço. 

Para Wrobleski, falta análise de dados. Ele explica que poucas empresas têm se dedicado a olhar seu dashboard, realizar pesquisas com os clientes e, principalmente, a usar esses dados com estratégia para otimizar os serviços oferecidos. 

“Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias constantes. Sem isso, é apenas mais um documento que ficará esquecido”, diz Wrobleski.

Ele ainda explica que se o Nível de Serviço não for tratado com prioridade, ele nunca será de fato implementado.”Ou a empresa já está crescendo sem ele, ou o país está em crise e até porque existe uma pandemia mundial. Sempre haverá um motivo para não priorizar o que é de fato prioridade”, finaliza.

Um bom nível de serviço e de atendimento significa cliente satisfeito. Cliente satisfeito é cliente fiel, aumentando a taxa de retenção e o lifetime value

Website: http://www.pathfind.com.br

Empreendedor lança projeto para ensinar pessoas a serem Influenciadoras Digitais

São Paulo – SP 28/7/2020 – A fama sempre atraiu as pessoas de todos as classes. As redes sociais afloraram isso, porque de certa forma, a pessoa só depende dela para crescer.

Evandro Laone, empresário da Apresentadora e Musa Fitness Juju Salimeni, lança projeto para ensinar a Profissão de Digital Influencer.

O mercado de Influenciadores Digitais nunca esteve tão em evidência e aquecido, com o advento da necessidade de trabalho em Home Office e o aumento do desemprego, a internet se tornou praticamente a única saída para pessoas empreenderem. Com isso, cada vez mais, surgem novos perfis entregando conteúdo e entretenimento através das Redes Sociais.  Com esse movimento, o que mais se procura na Web são cursos e tutoriais que ensinem os primeiros passos para quem deseja se tornar um Digital Influencer, e quem sabe, atingir sucesso e fama. 

E por falar em fama, é isso de fato que tem ditado o comportamento dessa nova geração, não tem idade ou gênero, a possibilidade de ficar famoso, aparecer em sites da internet e ser contratado por grandes marcas, tem feito muitas pessoas se aventurarem nas redes sociais e procurar um modelo que funcione.

“A fama sempre atraiu as pessoas, de todos as classes. As redes sociais afloraram mais isso, porque de certa forma, a pessoa só depende dela para crescer” diz Evandro Laone, o criador do Método Eu Influencer.

E claro que as Marcas estão de olho nesse movimento.

Uma recente pesquisa, feita pela Youpix, divulgou resultados da segunda edição da pesquisa de Marketing de Conteúdo e influenciadores.

De acordo com o levantamento, 68% das empresas consideram o Marketing de Influência estratégico para seu negócio e 69% entende que esta modalidade de marketing traz resultados diferentes de qualquer outro tipo de comunicação.

Em 2017, quando a primeira pesquisa foi realizada, 36% das empresas investiam até R$ 100 mil por ano. Já em 2019, 40% das empresas passaram a concentrar de R$ 100 mil a 700 mil em Marketing de Influência. O estudo também revela otimismo das marcas em relação ao segmento, já que 56% delas afirmam que vão investir mais em 2019 do que no ano anterior.

Além disso, outro dado interessante foi a mudança na maneira como esse budget é investido. Em 2017, a maior parte do investimento era direcionado a remunerar o trabalho das agências de publicidade ou de influência. Em 2019, o maior investimento acontece na produção e criação de conteúdo.

E é nisso que Evandro Laone, criador do Método Eu Influencer, tem ganhado destaque e notoriedade nacional. CEO da Alobela, uma das empresas que mais investiram em Influenciadores Digitais nos últimos 5 anos, Evandro também ajudou em centenas de carreiras que hoje são sucessos no mercado nacional e internacional. Atualmente, Evandro é empresário da apresentadora Juju Salimeni, sucesso nas Redes Sociais, mais de 15 milhões de seguidores e considerada a Musa Fitness do Brasil.

“Qualquer pessoa pode e deveria se tornar uma autoridade nas redes sociais vivendo da sua paixão, assim a gente acelera o desenvolvimento da sociedade, compartilhando conhecimento e vivência, algo que a faculdade não ensina. O Método Eu Influencer mostra exatamente isso, como a pessoa que deseja trilhar esse caminho de conduzir a sua carreia, para que de fato ela tenha sucesso, fama, e claro, chame a atenção da Marcas”.

Evandro ainda está lançando uma semana inteira de conteúdos grátis, que se chama “Semana da Influência”, que vai de 03 de agosto até 10 de agosto de 2020. “A ideia é que a pessoa que não tem condição de pagar, receba a orientação que precisa e comece certo, sem contar que nas minhas redes sociais eu já entrego conteúdo gratuito e relevante quase que diariamente”.

Para acessar a Semana da Influência, basta acessar o site: https://evandro.portaldainfluencia.com.br/bora, fazer o cadastro com seu e-mail e acessar o conteúdo.

O Instagram do Evandro é o @evandrolaone.

Website: https://evandro.portaldainfluencia.com.br/bora