Em vídeo, Jair Bolsonaro faz piada com facada sofrida durante a campanha

Jair Bolsonaro (PSL) está hospedado com a família na base da Marinha na Ilha de Marambaia (RJ) para o Natal. Nesta segunda-feira (24), em vídeo divulgado pela assessoria, o presidente eleito faz piada com o atentado à faca que sofreu durante o primeiro turno da campanha eleitoral. As informações são de IstoÉ.

Na gravação, Bolsonaro se aproxima de um militar da Marinha que estava fazendo churrasco. Ele o cumprimenta e depois faz uma brincadeira com o tamanho da faca, fingindo que o acertaria no abdômen, a mesma região em que foi esfaqueado em setembro.

“Olha o tamanho da faca do cara. Se alguém der com uma dessa aqui em você, você vai ser o presidente da ONU”, diz o presidente eleito, aos risos, para o militar.

Após o Natal, Bolsonaro vai com a família para Brasília, onde será empossado presidente da República no dia 1º de janeiro de 2019.

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https://istoe.com.br/em-video-jair-bolsonaro-faz-piada-com-facada-sofrida-durante-a-campanha/

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Lula 40%, Bolsonaro 30% e Moro 11% – aponta Dataveritas/IRG

A praticamente 10 meses das eleições, a disputa presidencial caminha para polarização com a indefinição de segundo turno e de quais candidatos continuarão no pleito em 27 de outubro de 2022. Pesquisa Dataveritas/IRG/Uninter divulgada nesta sexta-feira, 27, aponta a liderança de Lula (PT) com 40%, seguido de Jair Bolsonaro com 30%, Sérgio Moro (Podemos) 11%, Ciro Gomes (PDT) 7%, João Dória (PSDB) 3%, Simone Tebet (MDB) 1%, Rodrigo Pacheco (PSD) 0,6% e Felipe d’Ávila (Novo) 0,3%. Nenhum somou 5% e não sabe/não respondeu, 3%.  
 
Em cenário de segundo turno, Lula (48%) vence Bolsonaro (37%), nenhum (11%), não sabe/não respondeu (1%). Lula (45%) vence Moro (34%), nenhum (19%) e não sabe/não respondeu (2%). Em disputa entre Bolsonaro e Moro, o ex-juiz tem 33% e o atual presidente, 32% – um empate técnico -, nenhum (31%) e não sabe/não respondeu (4%).
 
O levantamento entrevistou 1,8 mil eleitores entre os dias 16 e 23 de dezembro em 225 cidades de todos os estados e Distrito Federal. A margem de erro é 2,4% e o grau de confiança, 95%..

Espontânea
Na pesquisa espontânea, os indecisos (não sabe/não respondeu) soma 34,6%, Lula lidera com 25,6% seguido de Bolsonaro (21,9%), Moro (6%), Ciro (3,6%), Doria (1,9%), Simone Tebet (0,3%), Cabo Daciolo (PMB) – 0,1%, Tábata Amaral (PSB) e Felipe d’Ávila – os dois com 0,8%, Marina Silva (Rede), João Amoêdo e Guilherme Boulos (Psol) – os três com 0,6%. Nenhum somou 5,4%.

“Os resultados da espontânea sugerem que a intenção de voto parece estar muito bem delineada. Apenas 34,6% não definiram um candidato. As campanhas eleitorais vão se deparar com um eleitorado que indica estar com intenção de voto consolidada, tendo em vista que faltando 10 meses para as eleições cerca de dois terços declaram intenção de voto antes da nominata dos candidatos”, avalia o diretor da IRG, Ricieri Garbelini.
 
Rejeição

A rejeição de Bolsonaro é a mais alta, com 46%. Lula é o segundo mais rejeitado, com 38%. Em seguida: Moro (4%), Doria (3%), Ciro (2%), Pacheco (0,7%), Simone (0,6%) e Felipe d’Ávila (0,3%). Não sabe/não respondeu (0,3%) e nenhum (2%).

A pesquisa ainda perguntou com a relação a Lula, 49% afirmaram que não votariam nele para presidente, 35% com certeza votaria, 14% poderia votar e não sabe/não respondeu (0,9%). Em relação a Bolsonaro: não votaria (59%), com certeza votaria (14%), poderia votar (11%) e não sabe/não respondeu (1%). Os números de Moro: não votaria (45%), com certeza votaria (44%), poderia votar (8%) e não sabe/não respondeu (3%).

Jogos de azar

Relator do marco regulatório dos jogos de azar, o deputado Felipe Carreras (PSB-PE) apresentou o parecer final sobre o projeto, que tem a resistência de lideranças evangélicas. A proposta estipula regras para a legalização de cassinos e bingos. O relatório, de 69 páginas, sintetiza 25 proposições apresentadas desde 1991, tendo como ponto de partida um projeto de lei que retira o jogo do bicho do rol de contravenções penais. A bancada evangélica já anunciou o voto contra o marco. O presidente Jair Bolsonaro reiterou a líderes religiosos que vetará o projeto caso seja aprovado no Congresso.