Deputado Schiavinato morre por complicações da Covid-19 em Brasília

O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP) morreu na noite desta terça-feira (13), em Brasília, por complicações da Covid-19. Ele teve falência múltipla dos órgãos e não resistiu após ficar mais de um mês internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio Libanês, onde deu entrada no dia 10 de março.

Schiavinato tinha 66 anos e deu entrada no hospital brasiliense no dia 03 de março. No dia 10 do mesmo mês, foi transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde seguiu sedado e em ventilação mecânica, recebendo tratamento. Na última semana, foi acometido por uma infecção hospitalar.

Schiavinato tinha 66 anos e foi prefeito por dois mandatos do município de Toledo, no Paraná. Entre 2015 e 2018 exerceu o mandado de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Paraná. Foi eleito deputado federal pelo PP em 2018.

Faleceu 1 mês após esposa

Schiavinato veio a falecer um mês após a morte de sua esposa, Marlene, que tratava um câncer e também sofreu complicações da covid19.

Dadas as circunstâncias, Schiavinato não soube do falecimento da esposa. O filho do casal também esteve internado com Covid19, mas se recuperou.

Quem foi Schiavinato

José Carlos Schiavinato nasceu em Iguaraçu, na região Noroeste, em 12 de setembro de 1954. Era Engenheiro Civil formado na turma de 1977 da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Foi prefeito por dois mandatos do município de Toledo, no Oeste do Paraná. Entre 2015-2018 exerceu seu primeiro mandado como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Paraná, para o qual foi eleito com 61.507 votos.

Em 2018, foi eleito deputado federal com 75.540 votos.

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Filipe Barros anuncia pré-candidatura ao Governo do PR

arlamentar estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), se reunindo com lideranças da direita

O deputado federal do Paraná, Filipe Barros (PSL), anunciou sua pré-candidatura ao Governo do Paraná nas eleições deste ano. Ele é o quarto nome que se coloca à disposição para estar à frente do Estado. Parlamentar pela cidade de Londrina, Filipe estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), conversando com lideranças da direita – ele deve receber apoio do atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL).

Cumprindo seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, Filipe já ocupou uma cadeira na Câmara Municipal de Londrina entre 2016 e 2018. Em entrevista para um blog de política paranaense, o pré-candidato disse que tenta polarizar uma disputa com o atual governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) – que deve tentar a reeleição. “O governador quer ter palanque para Moro, Lula e Bolsonaro. Não existe isso na política. O presidente Jair Bolsonaro me questionou se eu toparia sair como candidato a governador”, explicou.

Nos bastidores, Filipe Barros tem simpatia do líder do Governo Federal na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP), que pode indicar o vice na chapa de direita. Na entrevista, ele fez críticas ao atual governador. “Um dos piores, senão o pior governo da história do Paraná. Como um rato, ele se esconde. Ele não deixou legado no Estado”, ressaltou.

Apesar do anúncio, Filipe também chamou a atenção quando se colocou como candidato à Prefeitura de Londrina em 2020. Na ocasião, acabou recuando da decisão. O pré-candidato bolsonarista ao Governo do Estado também disse que deixará o Partido Social Liberal (PSL) – futuro União Brasil, com a junção com o Democratas. O União Brasil tem se aproximado do pré-candidato à presidência da República, Sergio Moro (Podemos).

Outros candidatos

Além de Filipe Barros, os outros nomes que devem concorrer para governador do Paraná são: Ratinho Junior (PSD), Cesar Silvestri Filho (PSDB) e Roberto Requião (sem partido).

Romanelli apoia ação do PSB em favor da vacina contra a covid

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) destacou nesta terça-feira, 25, a ação do seu partido que recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para anular a recente nota técnica do Ministério da Saúde para o uso de hidroxicloroquina contra a covid-19. O documento também desqualifica o potencial das vacinas para combater a doença.

“Está comprovado que as vacinas salvam vidas. Milhares de pessoas poderiam estar aqui entre nós hoje se a vacinação tivesse sido iniciada no tempo certo. Mas tem gênios no governo federal que não querem enxergar este fato. Chega a ser ridículo”, afirma Romanelli. “Não há evidência de que cloroquina e hidroxocloroquina tenham efeito sobre a doença”.

O PSB protocolou um pedido de liminar para a suspensão da nota técnica, sustentando que o medicamento é comprovadamente ineficaz, que a orientação do Ministério da Saúde desconsidera uma série de atos legais e infralegais e que a política de vacinação deve ser priorizada para combater a pandemia.

Investigação – O partido também pediu a suspensão dos efeitos de outras duas portarias e solicitou que o STF abra uma investigação administrativa e cível contra Hélio Angotti Neto, que assina o recente documento do Ministério da Saúde.

Na petição enviada ao Supremo, o PSB defende uma nova análise das Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19, formuladas pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias), “com amparo em critérios estritamente técnicos”.