“Cumpri meu dever com responsabilidade e transparência”, diz Cida Borghetti

A governadora Cida Borghetti defendeu nesta sexta-feira (28) as ações de governo e disse que encerra sua gestão com o “coração e alma leves” e que a transição está ocorrendo “com lisura e transparência”. “Eu estou com o coração e alma leves, com o dever cumprido, com muita responsabilidade e transparência. Assim que cheguei, criei a divisão de combate à corrupção e varri para fora do governo a corrupção”.

Cida agradeceu aos servidores e reforçou que todos os atos de seu governo foram transparentes e marcados pelo diálogo. “Um governo que trabalhou de domingo a domingo, sem olhar para o relógio, mas olhando as metas e cumprindo todas as etapas e compromissos. Agradeço a oportunidade de ter servido ao meu Estado como a primeira mulher governadora da sua história”.

“Quero fazer a manifestação de toda a legalidade dos nossos atos. O governo é digital e a população toda pode acompanhar. Eu priorizei a desburocratização, o governo digital e primo pela transparência.”, completou.

Auditoria – A governadora reafirmou que todas as contas estão abertas a qualquer tipo de auditoria. “O governo federal está fazendo da mesma forma (a auditoria), os outros Estados também. A próxima equipe, a qual está retornando ao governo, todos eles, chefe da Casa Civil, governador eleito, foram secretários do governo anterior, do governador Beto Richa. Então, eles podem fazer auditoria do seu próprio governo também”, disse.

A transição está correndo, segundo Cida Borghetti, com muita lisura e transparência. “Estão todos lá dentro do Palácio, nas secretarias. Eles já estão fazendo a transição desde o dia 19 de novembro. Já estão com todos os documentos, as tratativas que foram firmadas, convênios. Tudo com a maior transparência e normalidade para o bem da população e do Estado”.

Dragagem – Sobre a dragagem do Porto de Paranaguá, Cida disse que a licitação foi lançada em janeiro com todas as tratativas e licenças ambientais. “Todas as etapas foram vencidas e o mais importante: a garantia da manutenção da dragagem nos próximos cinco anos. “.

“O Paraná é um estado agrícola e que precisa da agilidade e da rapidez, faz parte da modernidade, do processo e era preciso concluir as etapas. No dia 19 de dezembro, estava tudo pronto para a assinatura e o que foi firmado “, completou.

Promoções – Quanto a promoção e elevação da carreira dos praças da PM, Cida lembrou que o processo ocorrer desde o primeiro semestre e defendeu a valorização do trabalho dos policiais. “São homens e mulheres que colocam suas vidas diuturnamente para proteger a população. Nada mais justo do que reconhecer o trabalho e a luta dos policiais militares do Paraná. Isso estava parado há nos e nós demos agilidade e o reconhecimento a 1,4 mil homens e mulheres da Polícia Militar”.

“Tudo dentro da transparência e da legalidade. A promoção no dia 19 de agosto atendeu 700 policiais e no 19 de dezembro mais 700 policiais militares tiveram o reconhecimento das suas carreiras”, completou.

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Paraná confirma participação nas comemorações dos 200 anos de nascimento de Anita Garibaldi

A Associação Giuseppe Garibaldi confirmou nesta segunda-feira (04) a participação do Paraná nas ações de comemoração dos 200 anos de nascimento da heroína Anita Garibaldi, que ocorrerão em 2021 na Itália, no Uruguai e no Brasil.

O convite oficial aconteceu na sede da associação, em Curitiba, durante palestra do diretor do Instituto Cultural Anita Garibaldi, Adílcio Cadorin. O Instituto é um dos organizadores das comemorações no país.

A presidente da Garibaldi, Cida Borghetti, que recentemente esteve em Santa Catarina participando de eventos semelhantes em Florianópolis e Laguna, agradeceu o convite e garantiu uma participação comprometida da Associação e da diretoria da entidade.

“Anita é uma mulher reconhecida pelas suas bravuras aqui no Brasil e na Itália. Por onde passou deixou uma marca importante. Estamos honrados com o convite e estamos dispostos a colaborar com este belo e importante projeto”.

Cida também agradeceu a palestra realizada por Cadorin que fez um resgate histórico e narrou diversas curiosidades da vida Anita Garibaldi. “Uma história que merece ser contada. Uma homenagem a Anita Garibaldi e a todas as famílias de descendentes italianos que vivem aqui no sul do país”, acrescentou.

Rosa

O cônsul-geral da Itália no Paraná e Santa Catarina, Rafaelle Festa, que também é um dos idealizadores do projeto, agradeceu o envolvimento da Associação Giuseppe Garibaldi.

“Resolvemos começar desde agora a celebrar o aniversário desta heroína. Graças ao envolvimento de todos, conseguimos uma parceria com a Itália e vamos recuperar a memória e ligação histórica com Anita Garibaldi”.

De acordo com o cônsul, as festividades de 2021 começarão com um gesto simbólico que se chama uma ‘Rosa para Anita’. Rosa para Anita é uma  iniciativa do Museu e Biblioteca Renzi, de San Giovanni in Galilea.

Foi desenvolvida uma muda híbrida de rosa batizada de “Anita Garibaldi”, a planta foi doada Instituto Técnico Garibaldi-Da Vinci, de Cesena. No Brasil a muda está sendo cultivada no laboratório da Unisul em Santa Catarina.

“Uma semente será trazida aqui para o Brasil e ficará no Jardim da Associação Garibaldi. Um gesto simbólico do espírito da liberdade e democracia”.

Curitiba

De acordo com o assessor de relações internacionais da orefeitura de Curitiba, Rodolpho Zannin Feijó, o Palácio Garibaldi o evento vem reforçar a importância e a relevância da comunidade italiana na vida cultural, histórica e política de Curitiba e do Brasil.

“A prefeitura de Curitiba apoia este evento, apoia essa iniciativa e se coloca à disposição também para levar adiante e plantar a semente da “Rosa pela Anita” e multiplicar todos os seus ideais de justiça e igualdade social na cidade de Curitiba”.

Palestra

“Dois Mundos e Uma Rosa para Anita” foi o projeto apresentado por Aldício Cadorin, um dos grandes estudiosos de Anita Garibaldi.

Cadorin detalhou diversos episódios da vida e da obra daquela que é chamada de heroína dos dois mundos por sua participação em batalhas históricas no Brasil e na Itália.

“Este grande projeto vai envolver quatro países e agora também conta com a presença do Paraná. Há muita boa vontade de toda a equipe do Palácio Garibaldi. Uma grande responsabilidade”, afirmou o palestrante.

Cadorin falou também dos sete sepultamentos da ilustre catarinense, com a projeção de imagens originais.

Presenças

Estiveram também presentes o vice-presidente da Câmara de Comércio França-Brasil, Alain Tissier, e diretores e sócios da Associação Giuseppe Garibaldi.

Outubro Rosa: Palácio Garibaldi sedia evento para arrecadar recursos ao HC

Com objetivo de conscientizar sobre o câncer de mama e arrecadar recursos para o Hospital das Clínicas (HC), o Palácio Garibaldi recebe no domingo (20) o evento “Tecendo Solidariedade – artesanato e cultura”.

Das 10h às 15h, os jardins e salões do centenário palácio, localizado  no centro histórico de Curitiba, receberão um bazar do projeto “Tecendo Solidariedade”, apresentações culturais e palestras sobre os hábitos que podem afastar os riscos do câncer de mama.

Serão colocadas à venda peças produzidas por voluntárias com a participação de pacientes do Centro de Mama do HC. Toda a renda será doada aos Amigos do HC.

“É uma satisfação para a direção da Sociedade Giuseppe Garibaldi receber esse evento beneficente. A boa informação aliada com a prevenção são ferramentas essenciais para o combate à doença”, afirma a presidente da entidade, Cida Borghetti.

Cida Borghetti é uma das principais referências no país em ações de combate ao câncer de mama. Quando deputada federal articulou os recursos para a aquisição de quatro Centros de Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Mama, um deles está instalado no HC.

PROJETO – O “Tecendo Solidariedade” foi idealizado e criado pela médica radiologista do HC, dra Maria Helena Louveira, que utiliza o valor terapêutico do artesanato para reduzir sentimentos como medo, solidão e angústia de pacientes e acompanhantes.

“Pensamos em oferecer a essas mulheres a oportunidade de aprender e de colocar na sua prática diária pequenas atividades com crochê. Ensinamos, incentivamos, orientamos e, finalmente, demos vida as peças produzidas por elas em peças de artesanato, como almofadas e mantas”, explica Louveira.

“Os relatos das pacientes surpreenderam: muitas melhoraram a qualidade sono, ficaram mais calmas e aceitaram melhor a doença e o tratamento. Também houve melhora no ambiente da recepção. Elas passaram a se comunicar entre elas e a criar vínculos de amizade, já que tinham um assunto em comum: o artesanato”, acrescenta.