Covid-19: Nigéria proíbe viajantes da Índia, do Brasil e da Turquia

A Nigéria decidiu proibir a entrada de viajantes procedentes da Índia, do Brasil e da Turquia, em meio à preocupação com a disseminação do novo coronavírus nesses países, disse o comitê presidencial de acompanhamento da pandemia neste domingo (2).

“Portadores de passaportes não nigerianos e não residentes na Nigéria que tenham visitado o Brasil, a Índia ou a Turquia nos 14 dias anteriores à viagem para a Nigéria, terão sua entrada negada no país”, afirmou Boss Mustapha, presidente do comitê, em comunicado. A proibição entrará em vigor no próximo dia 4. 

A Nigéria anunciou 43 novos casos confirmados de covid-19 neste sábado (2), totalizando 165.153, com 2.063 mortes até o momento.

Hospitais, necrotérios e crematórios indianos estão sobrecarregados, com o país relatando mais de 300 mil casos diários por mais de dez dias consecutivos. No Brasil, novos casos da doença caíram um pouco após o pico do fim de março, mas permanecem altos para os padrões históricos. O total de mortes no país perde apenas para os Estados Unidos.

A Turquia impôs lockdown completo em todo o país na quinta-feira (29), com duração até 17 de maio, para conter um aumento nas infecções e mortes pelo novo coronavírus. O país registra o quarto maior número de casos do mundo.

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Bolsonaro fará reforma ministerial em março

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL) confirmou a saíde de 12 ministros e o anúncio da reforma ministerial ocorrerá até o dia 31 de Março, todos sairão para disputar a eleição de dois de outubro. Com informações da Agência Brasil.

A lei eleitoral eleitoral exige que os integrantes do Poder Executivo deixem os cargos pelo menos seis meses antes do pleito, dia primeiro de abril deste ano. Isso se confirmando, quase metade do primeiro escalão do governo federal, atualmente com 23 ministros, será substituído de uma só vez.

“Já começamos a pensar em nomes pra gente substituir”, disse o presidente, sem citar possíveis substitutos. Os ministros que devem deixar os cargos para concorrer nas eleições são: Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Tereza Cristina (Agricultura), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), João Roma (Cidadania), Fábio Faria (Comunicações), Marcelo Queiroga (Saúde), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Gilson Machado (Turismo), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

Moro é fundamental nas eleições, diz Picler

O professor Wilson Picler, chanceler da Uninter, disse neste domingo, 9, que a participação do ex-juiz Sérgio Moro (Podemos) é fundamental para as eleições de 2 de outubro e até lá deve se consolidar como a terceira via na disputa presidencial. “Moro é fundamental nestas eleições. O povo terá a opção de três projetos distintos. Isto fortalece a democracia e enriquece o debate, além de elucidar as dúvidas remanescentes. No Paraná, Moro ficará um pouco mais forte, com possibilidades de estar à frente de Bolsonaro”, prevê Picler.

O nome de Picler foi destaque na imprensa nacional depois que a coluna radar da revista Veja desta semana aponta-lo como apoiador de Moro no Paraná. A coluna diz ainda que o empresário paranaense foi o maior doador individual, com R$ 800 mil, da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018.

Picler argumenta ainda que a participação de Moro nas eleições vai ajudar “a desmistificar a inocência” do ex-presidente Lula (PT), condenado pelo ex-juiz por corrupção e com decisão revertida a favor do petista no STF (Supremo Tribunal Federal).

Pesquisas – Na avaliação do professor, tanto Moro como Bolsonaro e Moro têm teto de 30% do eleitorado, o que vai embolar a eleição. Uma parcela deste eleitorado vota em Lula, mas não vota mais em Bolsonaro. “A tendência do Moro é só crescer lenta e constantemente”, diz.

“A eleição pode ser definida nos três minutos da prorrogação e até lá Moro vai crescer consideravelmente. No Paraná, Moro ficará um pouco mais forte com possibilidades de estar à frente de Bolsonaro. Nas pesquisas realizadas até agora, Moro tira votos tanto de Bolsonaro como de Lula, ou seja, tira mais do Bolsonaro do que de Lula”, avalia Picler.

Wilson Picler adiantou que o Instituto Dataveritas, em parceria com o IRG (Instituto Ricieri Garbelini) e a Uninter, fará uma pesquisa nacional por mês sobre a intenção de voto para presidente da República. As pesquisas, se divulgadas, precisam ser inscritas no TSE.

(fotos: divulgação)