Com percentual recorde, 58% dos brasileiros apoiam impeachment de Bolsonaro, segundo pesquisa

No mês de julho, pesquisa efetuada com os mesmos procedimentos apontava que 50% defendiam o fato de o presidente deixar o cargo. Segundo dados, esse é o maior recorde percentual já atingido em relação ao assunto.

Segundo pesquisa realizada pelo PoderData, entre 16 e 18 de agosto, subiu para 58% o percentual de brasileiros que apoiam o impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

A proporção dos que acham que o mandatário deve continuar no cargo caiu 13 pontos percentuais, de 45% para 32%.

Na última pesquisa divulgada no final de julho, 50% dos entrevistados acreditavam que Bolsonaro não deveria seguir na presidência da República. Hoje, 58% acham que um processo de impedimento deveria prosperar contra o chefe do Executivo.

O levantamento também revelou que a rejeição ao governo chegou aos 64% e que, em relação ao trabalho pessoal de Bolsonaro, 56% consideram o presidente ruim ou péssimo, 28% o avaliam como bom ou ótimo e 13% o consideram regular.

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, observa antes de dar as boas-vindas ao presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, no Palácio do Planalto em Brasília, Brasil, 30 de julho de 2021

Para a consulta, foram entrevistadas 2.500 pessoas em 433 municípios em 27 estados do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, segundo o PoderData.

O pedido de impeachment para tirar Bolsonaro da cadeira da presidência também teve coro no dia 14 de agosto, por parte de diversos parlamentares, que se manifestaram após o presidente dizer que instauraria um processo contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme noticiado.

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Bolsonaro lidera no Paraná, aponta pesquisa Dataveritas

O presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera a intenção de votos no Paraná, aponta pesquisa Dataveritas divulgada nesta terça-feira, 14. Bolsonaro lidera na espontânea e em dois cenários pesquisados. As eleições serão em 2 de outubro de 2022 para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

Na espontânea, Bolsonaro tem 25,8%; seguido do ex-presidente Lula (PT), com 17,9%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), 7,4%; Ciro Gomes (PDT), 1,4%; e João Dória (PSDB), 0,7%. Não sabe/não respondeu somaram 41,5% e nenhum, 4,3%. Também foram mencionados Rodrigo Pacheco (PSD), João Amoêdo (Novo), Alvaro Dias (Podemos), Daciolo (PMB), Datena (PSD), Enéas, Andre Jonones (Avante), Boulos (Psol), Collor (Pros) e Danilo Gentili.

No primeiro cenário em pesquisa estimulada, Bolsonaro lidera com 40,8%, Lula (24,7%), Moro (17,2%), nenhum (6,4%), Ciro (4%), não sabe/não respondeu (3,2%), Dória (2,1%), Simone Tebet (MDB) – 0,8%; Pacheco (0,4%), Felipe d’Avila (Novo) – 0,2%, Alessandro Vieira (CDN) – 0,02%.

Num segundo cenário com sete pré-candidatos, Bolsonaro tem 41%, Lula (27,9%), Moro (17,2%), nenhum (6,8%), Ciro (4%), não sabe/não respondeu (3,4%), Doria (2,2%), Felipe d’Avila (0,3%), Alessandro Vieira (0,07%).

O Dataveritas entrevistou 1,5 mil eleitores entre 1º e 9 de dezembro em 80 cidades paranaenses. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro de 2,7%. O levantamento foi feito através de entrevistas pessoais e telefônicas. A partir de 1º de janeiro de 2022, as pesquisas devem ser registradas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral

Pastor antivacina morre após ser hospitalizado por Covid-19

O pastor americano Marcus Lamb, conhecido por suas pregações contra as vacinas da Covid19, morreu depois de ser hospitalizado com Covid-19, anunciou sua família ontem, segundo informações da CNN. Marcus costumava se manifestar contra as vacinas em seu programa televiso. Em um episódio no início deste ano com os ativistas antivacinas Robert F. Kennedy Jr. e Del Bigtree, Lamb disse que a vacina Covid-19 “não era realmente uma vacina”, mas uma “injeção experimental” que era “perigosa. Marcus Lamb alegou que pessoas estavam morrendo ou tendo distúrbios neurológicos por causa da vacina.

Sua esposa, Joni Lamb, anunciou a morte. Segundo ela, seu marido tinha diabetes, mas era saudável e foi hospitalizado após ser diagnosticado com Covid-19. “Ele nunca falava sobre isso, mas tinha diabetes, mas controlava. Ele era muito saudável, comia saudável, mantinha o peso baixo e sempre mantinha o açúcar em bom nível. Mas tentando tratar Covid e a pneumonia, os diferentes protocolos usados, incluindo muitos dos protocolos de que falamos aqui no Daystar, e usamos esses, e eu os usei e passei por Covid.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA afirmam que as vacinas da Covid-19 “são seguras e eficazes” e que quaisquer eventos adversos após a vacinação “são raros, mas podem ocorrer”. Pessoas que não foram vacinadas contra Covid-19 tinham 11 vezes mais chances de morrer da doença e 10 vezes mais chances de serem hospitalizadas com a doença, de acordo com um estudo publicado pelo CDC.