UFPR abre concurso público com 13 vagas para professor; confira o edital

Universidade Federal do Paraná (UFPR) — Foto: Reprodução/RPC

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) abriu um concurso público com 13 vagas para professor. A remuneração varia de R$ 2.795,40 a R$ 9.616,18 mais auxílio alimentação.

As inscrições vão até o dia 22 de fevereiro e a taxa vai de R$ 70 a R$ 240. O candidato pode pedir a isenção da taxa caso esteja cadastrado no CadÚnico e for doador de Medula Óssea, devidamente registrado.

Vagas

 

Confira as disciplinas que estão com vagas e o número de oportunidades para cada uma delas:

  • Química Orgânica – Química de Produtos Naturais (1);
  • Matemática Aplicada (1);
  • Geotecnia (1);
  • Gastroenterologia (1);
  • Propedêutica Médica (1);
  • Saúde Coletiva – Subárea: Atenção Integral à Saúde (1);
  • Saúde Coletiva (1);
  • Psiquiatria (1);
  • Habilidades clínicas e integração se conteúdos (1);
  • Economia Rural, Administração Rural e Extensão Rural (1);
  • Educação Especial na Perspectiva Inclusiva (1);
  • Anatomia Humana com Ênfase em Cabeça e Pescoço (1);
  • Artes Visuais – gravura e desenho (1).

A UFPR tem um regime de trabalho de 20 horas semanais, com salário de R$ 2.795,40, mais auxílio alimentação de R$ 229.

Para a jornada de trabalho de 40 horas semanais, com salário de R$ 9.616,18, mais um auxílio alimentação de R$ 458.

O concurso terá prova escrita, didática, análise de currículo e defesa do currículo. O dia e o local das provas ainda não foram divulgados.

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Filipe Barros anuncia pré-candidatura ao Governo do PR

arlamentar estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), se reunindo com lideranças da direita

O deputado federal do Paraná, Filipe Barros (PSL), anunciou sua pré-candidatura ao Governo do Paraná nas eleições deste ano. Ele é o quarto nome que se coloca à disposição para estar à frente do Estado. Parlamentar pela cidade de Londrina, Filipe estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), conversando com lideranças da direita – ele deve receber apoio do atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL).

Cumprindo seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, Filipe já ocupou uma cadeira na Câmara Municipal de Londrina entre 2016 e 2018. Em entrevista para um blog de política paranaense, o pré-candidato disse que tenta polarizar uma disputa com o atual governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) – que deve tentar a reeleição. “O governador quer ter palanque para Moro, Lula e Bolsonaro. Não existe isso na política. O presidente Jair Bolsonaro me questionou se eu toparia sair como candidato a governador”, explicou.

Nos bastidores, Filipe Barros tem simpatia do líder do Governo Federal na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP), que pode indicar o vice na chapa de direita. Na entrevista, ele fez críticas ao atual governador. “Um dos piores, senão o pior governo da história do Paraná. Como um rato, ele se esconde. Ele não deixou legado no Estado”, ressaltou.

Apesar do anúncio, Filipe também chamou a atenção quando se colocou como candidato à Prefeitura de Londrina em 2020. Na ocasião, acabou recuando da decisão. O pré-candidato bolsonarista ao Governo do Estado também disse que deixará o Partido Social Liberal (PSL) – futuro União Brasil, com a junção com o Democratas. O União Brasil tem se aproximado do pré-candidato à presidência da República, Sergio Moro (Podemos).

Outros candidatos

Além de Filipe Barros, os outros nomes que devem concorrer para governador do Paraná são: Ratinho Junior (PSD), Cesar Silvestri Filho (PSDB) e Roberto Requião (sem partido).

Romanelli apoia ação do PSB em favor da vacina contra a covid

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) destacou nesta terça-feira, 25, a ação do seu partido que recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para anular a recente nota técnica do Ministério da Saúde para o uso de hidroxicloroquina contra a covid-19. O documento também desqualifica o potencial das vacinas para combater a doença.

“Está comprovado que as vacinas salvam vidas. Milhares de pessoas poderiam estar aqui entre nós hoje se a vacinação tivesse sido iniciada no tempo certo. Mas tem gênios no governo federal que não querem enxergar este fato. Chega a ser ridículo”, afirma Romanelli. “Não há evidência de que cloroquina e hidroxocloroquina tenham efeito sobre a doença”.

O PSB protocolou um pedido de liminar para a suspensão da nota técnica, sustentando que o medicamento é comprovadamente ineficaz, que a orientação do Ministério da Saúde desconsidera uma série de atos legais e infralegais e que a política de vacinação deve ser priorizada para combater a pandemia.

Investigação – O partido também pediu a suspensão dos efeitos de outras duas portarias e solicitou que o STF abra uma investigação administrativa e cível contra Hélio Angotti Neto, que assina o recente documento do Ministério da Saúde.

Na petição enviada ao Supremo, o PSB defende uma nova análise das Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19, formuladas pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias), “com amparo em critérios estritamente técnicos”.