Ratinho Junior pode ser reeleito em 1º turno, aponta Dataveritas

A 290 dias das eleições, o governador Ratinho Junior (PSD) é o favorito ao segundo mandato no Palácio, aponta a pesquisa do Instituto Dataveritas divulgada nesta quinta-feira, 16. O governador pode ser reeleito já no primeiro turno em 2 outubro.

No primeiro cenário, Ratinho Junior tem 48,7%; seguido de Roberto Requião (sem partido), com 21%; Flávio Arns (Podemos), 9%; Silvio Barros (PP), 3,4%; e candidato do Psol (1,4%). Nenhum tem 11,7%, e não sabe/não respondeu, 4,8%. Nesse caso, os adversários do governador somam 34,8%.

Num segundo cenário com Cesar Silvestri (Podemos) no lugar de Flávio Arns, os números são mais favoráveis ao governador: Ratinho Junior (51%), Requião (22,3%), Silvio Barros (3,7%0, Cesar Silvestri (2%) e candidato do Psol (1,5%). Nenhum somou 13,7%, e nenhum/sabe, 5,8%.

As eleições serão em 2 de outubro de 2020 para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

O Dataveritas entrevistou 1,5 mil eleitores entre 1º e 9 de dezembro em 80 cidades paranaenses. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro de 2,7%. O levantamento foi feito através de entrevistas pessoais e telefônicas. A partir de 1º de janeiro de 2022, as pesquisas devem ser registradas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Vice – Em entrevista à rádio Jovem Pan, Ratinho Junior disse que deseja manter o empresário Darci Piana (PSD) como vice-governador. “No vice, não pretendo mexer, estou muito feliz com o Darci. Tem credibilidade perante a sociedade, ao setor produtivo. Um homem muito ligado ao comércio, que é onde gera 65% dos empregos no Paraná. Ele me ajuda muito, trabalha demais. É um vice que dá segurança”, disse.

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Eleições 2022: confira as regras para propaganda eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em dezembro, todas as normas que valerão para as eleições gerais de 2022, incluindo aquelas referentes à propaganda eleitoral. As informações são da Agência Brasil.

Entre as principais novidades está o endurecimento das regras relativas à produção e compartilhamento de informações sabidamente inverídicas sobre candidatos, partidos e o próprio processo eleitoral.

Tais condutas já eram vedadas e coibidas pela Justiça Eleitoral, mas a nova resolução prevê a responsabilização penal mais severa de quem espalhar desinformação.

Quem divulgar, na propaganda eleitoral ou durante a campanha, fake news sobre candidatos e partidos, por exemplo, fica agora sujeito à pena de detenção de dois meses a um ano, além de multa.

A mesma pena se aplica a quem produz, oferece ou vende vídeo com conteúdo inverídico acerca de partido ou candidato. A punição é acrescida de um terço se a conduta for praticada por meio de rádio, televisão ou redes sociais.

Pena ainda maior – de dois a quatro anos de prisão e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil – está prevista para quem contratar terceiros com a finalidade de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou desabonar a imagem de candidato, partido ou coligação.

A resolução ainda deixa explícito ser proibida a divulgação e compartilhamento de fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinjam a integridade do processo eleitoral.

“Isso quer dizer que eventuais mentiras espalhadas intencionalmente para prejudicar os processos de votação, de apuração e totalização de votos poderão ser punidos com base em responsabilidade penal, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação”, alertou o TSE.

Assim como em eleições anteriores, segue também vedado o disparo em massa de comunicações via aplicativos de mensagens instantâneas, embora seja possível contratar o impulsionamento de conteúdo na internet, desde que o serviço seja contratado junto a empresas previamente cadastradas no TSE.

Showmício

Segue vedada ainda a realização, seja de forma presencial ou via transmissão pela internet, dos chamados showmícios – eventos culturais com o objetivo claro de promover candidato ou partido. Contudo, fica permitida a realização de shows e eventos com objetivo específico de arrecadar recursos de campanha, desde que não haja pedido de votos.

Essas e outras regras específicas sobre propaganda eleitoral já foram publicadas  no Diário da Justiça Eletrônico e podem ser acessadas aqui.

Bolsonaro fará reforma ministerial em março

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL) confirmou a saíde de 12 ministros e o anúncio da reforma ministerial ocorrerá até o dia 31 de Março, todos sairão para disputar a eleição de dois de outubro. Com informações da Agência Brasil.

A lei eleitoral eleitoral exige que os integrantes do Poder Executivo deixem os cargos pelo menos seis meses antes do pleito, dia primeiro de abril deste ano. Isso se confirmando, quase metade do primeiro escalão do governo federal, atualmente com 23 ministros, será substituído de uma só vez.

“Já começamos a pensar em nomes pra gente substituir”, disse o presidente, sem citar possíveis substitutos. Os ministros que devem deixar os cargos para concorrer nas eleições são: Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Tereza Cristina (Agricultura), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), João Roma (Cidadania), Fábio Faria (Comunicações), Marcelo Queiroga (Saúde), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Gilson Machado (Turismo), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino