Professor Galdino novo secretário da Educação do Paraná?

Via blog do Esmael Morais:

O polêmico vereador curitibano Professor Galdino (PSDB) colocou-se à disposição do governador Beto Richa (PSDB) para assumir a Secretaria de Estado da Educação (SEED) diante da possibilidade do vice-governador, Flávio Arns, deixar a pasta.

O parlamentar, que acredita ser uma ave, disse que parte dos projetos de lei apresentada por ele na Câmara Municipal de Curitiba é relacionada à educação.

“Coloquei o meu nome à disposição do governador depois de saber, por meio de notícias veiculadas na mídia, sobre possível saída do atual secretário de Educação Flávio Arns”, afirmou Galdino.

Galdino garantiu que encontra nessa área [Educação] o foco principal, até mesmo por ter sido professor e saber que não há outro caminho para a evolução social senão o da educação.

No entanto, o vereador de Curitiba terá que disputar o cargo com o assessor da SEED, Paulo Schmidt, e com a superintendente da Secretaria, Meroujy Cavet.

3 Comments

  1. Polêmico não Incompetente. Incapaz, debiloide. Concordo com alguns outros comentários em outros bogs, este Maluco do Prof Galdino deveria ser indicado para ocupa uma vaga no PINEL ou no nossa senhora da Luz.

  2. Eu espero que quem venha substituir o Sr. Flavio Arns, tenha a mesma competencia que Ele tem … é um cargo muito importante,nao da pra passar pra qualquer um.

  3. Quero acreditar que essa noticia tenha sido criada no dia 1º de abril, pois sem sombra de dúvidas com o Flavio Arns a frente da educação no Paraná teriamos um grande avanço, embora seja um tanto dificil, pois para se ter avanço e preciso ter disponibilidade financeira o que é muito dificil nesse momento, pois investir em educação não da retorno financeiro, mas é bom lembrar que investir em educação rende votos no futuro, e isso pode ser o que os aficionados pelo poder não querem que aconteça que aconteça com o vice governador, pois o mesmo tem carisma, sabe ouvir as pessoas, e diplomatico, e se derem espaço com certeza terá um futuro politico ainda mais promissor.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Senado aprova PEC que flexibiliza gastos na educação em 2020 e 2021

O Senado aprovou hoje, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13, cuja votação iniciou na semana passada. A PEC livra de punição os estados e municípios que não investiram em 2020 e 2021 a porcentagem mínima de recursos resultantes de impostos exigida pela Constituição em educação. Agora, o texto segue para votação na Câmara dos Deputados.

A justificativa para aprovação da PEC é que a pandemia, que obrigou a suspensão de aulas e, ao mesmo tempo, o redirecionamento de verbas para a área da saúde, impediu prefeitos de investirem em educação uma porcentagem mínima prevista em lei. Por conta da suspensão de aulas presenciais, gastos com transporte escolar e merenda, que não foram necessários.

“Nesse prisma, o gestor, para alcançar o piso de investimento, teria que praticamente inventar despesas, o que poderia levar ao desperdício dos recursos públicos”, defendeu a relatora da PEC, Soraya Thronicke (PSL-MS), durante as discussões da PEC ainda em primeiro turno, na semana passada.

A Constituição determina que a União aplique em educação pelo menos 18% e estados e municípios pelo menos 25% do total de receitas vindas de impostos. Caso a PEC não seja aprovada no Congresso, os gestores que não aplicaram o mínimo previsto podem sofrer penalidades cíveis ou criminais, além de sanções administrativas. Segundo levantamento da Consultoria do Senado, no entanto, apenas 280 municípios não cumpriram com a destinação mínima. Isso representa 5% do total de municípios do país.

Segundo argumentou Soraya Thronicke em seu parecer, a pandemia causou impacto no orçamento dos entes federativos, em virtude da queda de arrecadação, redirecionamento de recursos para a saúde e adoção de medidas de apoio econômico para amenizar o desaquecimento da atividade produtiva.

A medida só vale para os exercícios de 2020 e 2021. “Após a retomada das atividades econômicas, a responsabilização pelo descumprimento da vinculação constitucional de recursos para a educação volta a vigorar”, disse Thronicke em seu parecer. Além disso, a PEC determina que os gestores que não aplicaram a porcentagem mínima de recursos, deverão investir essa verba não utilizada até 2023.

A PEC é fruto de uma demanda da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Segundo a entidade, não há como penalizar gestores pelo não cumprimento dos 25%, diante de um cenário que apresentou receita crescente, em contraste com o congelamento de despesas com pessoal e aulas ainda não totalmente retomadas em muitas escolas.

Parcerias da Itaipu garantem melhorias nas escolas indígenas

Investimentos incluíram climatização de salas de aula, equipamentos de informática e quadra poliesportiva.

Por meio de parcerias com a Associação de Pais, Mestres e Funcionários (APMFs) das escolas indígenas nas aldeias de Itamarã e Añetete, e também com a prefeitura de Diamante D’Oeste, a Itaipu Binacional investiu em diversas melhorias em infraestrutura escolar, com reflexos positivos para a qualidade de vida, principalmente das crianças. “São investimentos sociais que impactam não apenas na vida dos indígenas, mas também de todos que vivem no entorno”, afirmou o diretor-geral brasileiro da Itaipu, general João Francisco Ferreira, que recentemente visitou a comunidade do Añetete para ver pessoalmente os projetos.

Nas comunidades indígenas, as escolas exercem um importante papel na vida comunitária e na preservação da cultura guarani. Por meio de convênios com as APMFs, as escolas estaduais indígenas Kuaaa Mbo’e (Añetete) e a Araju Porã (Itamarã) receberam aparelhos de ar-condicionado para climatizar todas as salas de aula, laboratório de informática com computadores para uso da escola e da comunidade, projetor multimídia, impressora, máquina fotográfica, instrumentos musicais e tela de projeção.

Para o professor Jairo Bortolini, da escola Kuaaa Mbo’e, as melhorias em infraestrutura refletem na parte pedagógica. “Essas melhorias são resultado de um processo participativo que une as aldeias e as escolas, buscando atender às demandas específicas da comunidade”, afirmou Bortolini. “Nos dias mais frios deste inverno, com o ar quente, já pudemos perceber como isso reflete no bem-estar e, consequentemente, na aprendizagem dos alunos”, completou o professor Mauro Dietrich, da escola Araju Porã.

Além da parceria com as associações ligadas às escolas, a Itaipu também apoia as comunidades por meio de convênios com a prefeitura de Diamante D’Oeste, onde as aldeias estão localizadas. São ações que buscam contribuir com a preservação do modo de vida Guarani, considerando os quatro eixos da iniciativa: melhoria da infraestrutura; fomento à produção agropecuária; segurança alimentar e nutricional; e promoção da cultura guarani.

No eixo da infraestrutura, as ações da Itaipu em parceria com a prefeitura viabilizaram a reforma de uma quadra poliesportiva (com a construção de arquibancada e cobertura, que se encontra com 60% da execução) e de um campo de futebol (já concluído). “A gente agradece muito pela parceria com a Itaipu e com o município. Especialmente por essa quadra e esse campo para a prática de esportes, que os jovens precisam muito”, afirmou o cacique da aldeia Añetete, João Miry Alves.

Além disso, a Itaipu repassa alimentos e apoia a manutenção de centros de nutrição nas aldeias, em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), para monitorar o risco nutricional de crianças de zero a seis anos e acompanhantes, e assim manter zerada a mortalidade infantil. E, por meio do Auxílio Eventual, a empresa reforçou o apoio às comunidades indígenas para o enfrentamento da pandemia de covid-19.
“Sem dúvida, Itaipu é hoje o maior parceiro do município, não só nas aldeias, mas nas ações de conservação que fazem parte da gestão de bacias hidrográficas”, informou o prefeito de Diamante D’Oeste, Guilherme Pivatto Júnior. “É um modelo de gestão compartilhada que permite atender às demandas de forma direta. O município executa, e o pessoal da Itaipu fiscaliza, faz a medição do que foi executado e faz o pagamento. Isso acelera o processo”, concluiu.

A Itaipu atua, ainda, na promoção do artesanato, como atividade econômica importante para as famílias indígenas e também como forma de preservar a cultura guarani. A produção é comercializada principalmente na loja do Centro de Recepção de Visitantes da Itaipu. Foi criado um grupo de artesanato na aldeia Itamarã, integrado ao Centro de Nutrição, com um curso conduzido pela equipe que já desenvolve esse projeto na aldeia Ocoy, outra comunidade indígena apoiada por Itaipu e localizada em São Miguel do Iguaçu, onde também são desenvolvidos todos os quatro eixos de atuação do projeto.