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Não há mais espaço para movimento antivacina, diz Michele Caputo

Não há mais espaço para movimento antivacina, diz Michele Caputo O deputado Michele Caputo (PSDB) disse nesta quarta-feira, 16, que não há mais espaço para movimentos antivacina, uma minoria, que ainda tenta confundir a população. "Não tem como questionar vacina. Uma coisa é questionar o passaporte sanitário como estratégia eficiente neste momento para evitar contágio. Outra coisa é oportunizar a discussão para voltar e tentar ressuscitar o movimento antivacina que não é novo, só mudou as pessoas que defendem. Aliás é a minoria da população brasileira,", disse.

O deputado Michele Caputo (PSDB) disse nesta quarta-feira, 16, que não há mais espaço para movimentos antivacina, uma minoria, que ainda tenta confundir a população. “Não tem como questionar vacina. Uma coisa é questionar o passaporte sanitário como estratégia eficiente neste momento para evitar contágio. Outra coisa é oportunizar a discussão para voltar e tentar ressuscitar o movimento antivacina que não é novo, só mudou as pessoas que defendem. Aliás é a minoria da população brasileira,”, disse.

“Outra coisa é a pessoa exercer o direito de não se vacinar, que eu também respeito, como o direito coletivo e a obrigação que as autoridades da saúde pública desse país tem”, completou.

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Michele Caputo lembrou ainda que alguns negacionistas citam o sanitarista Oswaldo Cruz para declinar as vacinas. “Quase o mataram na campanha de Vacinação. Quem controlou a varíola no mundo – exterminou milhões de pessoas – foi a vacina. Tanto que até hoje o CDC de Atlanta (EUA) tem o nível 9, que é o último, as cepas da varíola caso se reintroduza e que a gente sabe e espera que nunca mais aconteça”.

Em 2016, aponta o deputado, o Brasil recebeu a chancela de país livre do sarampo, mas dois anos seguidos de baixa de cobertura vacinal o sarampo voltou, inclusive com mortes. “A vacina da febre amarela é exigida para viajar. Eu já passei por isso em dezenas de países”.

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“Vamos respeitar a vacina. Todas as vacinas que estão sendo utilizadas foram autorizadas por uma agência regulatória competente chamada Anvisa. Tem gente dizendo ‘por que que tem estudo depois?’. Tem estudo depois porque toda vacina tem a fase quatro, a farmacovigilância. Tem para medicamento, para todas as vacinas já existentes e tem para essa da covid também”, completou.