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MDB quer voltar a ser protagonista no Paraná

MDB quer voltar a ser protagonista no Paraná Partido que governou o estado em 5 governos e chegou a ter 18 deputados na Assembleia Legislativa, o MDB trabalha para voltar a ser protagonista no Paraná. Sob nova direção após anos da conturbada presença de Roberto Requião, o partido busca hoje ter liderança descentralizada e uma participação ativa na política do estado. Para isso, a principal medida tomada pelos deputados Anibelli Neto (presidente) e Sergio Souza (secretário-geral) é a montagem de uma chapa competitiva para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal para as eleições de outubro.

Partido que governou o estado em 5 governos e chegou a ter 18 deputados na Assembleia Legislativa, o MDB trabalha para voltar a ser protagonista no Paraná. Sob nova direção após anos da conturbada presença de Roberto Requião, o partido busca hoje ter liderança descentralizada e uma participação ativa na política do estado. Para isso, a principal medida tomada pelos deputados Anibelli Neto (presidente) e Sergio Souza (secretário-geral) é a montagem de uma chapa competitiva para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal para as eleições de outubro.

Lideranças regionais estão sendo convocados a se candidatar. É o caso dos prefeitos Júnior Weiller, de Jesuítas, atual presidente da Associação dos Municípios do Paraná, e de Flavio Zanrosso, prefeito de Tomazina. Quadros históricos do MDB também estão na lista, como o ex-governador Orlando Pessuti, que andava afastado após atritos com Requião, e assumiu a presidência da Fundação Ulisses Guimarães (FUG), encarregada de formação política emedebista. Outros estão voltando, caso do ex-deputado Ademir Bier.

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Muitos emedebistas também gostariam da volta dos deputados Alexandre Curi e Romanelli, campeões de voto pelo PSB nas últimas eleições. O convite chegou a ser feito e a dupla se animou, mas as negociações esfriaram no fim do ano. Em 2014, mesmo com a fracassada candidatura de Requião ao governo do estado, a chapa do MDB com Curi e Romanelli fez 7 cadeiras na Alep. Os dois, junto com Artagão Júnior e Jonas Guimarães acabaram migrando para o PSB após atritos com Requião.

Outro que foi convidado é Guto Silva, atualmente no PSD do governador Ratinho Júnior. O MDB ofereceu espaço para que ele seja candidato ao Senado. Guto procura um partido que esteja próximo do governador Ratinho Junior e que não cause mal estar em outras legendas da base. O MDB atende aos requisitos, pois já decidiu o apoio à reeleição do governador.

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A nova visão emedebista foi bem destacada ontem ontem pelo o ex-deputado Renato Adur, conselheiro do governador Ratinho Jr e atualmente vice-presidente do partido. Em evento da FUG, ele questionou se o MDB queria voltar um partido de um cacique, como era na época de Requião, ou se voltar a ter presença forte e grandes bancadas. O tempo dirá, mas a resposta fica com a nova direção.