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Lula quer rever Reforma Trabalhista de 2017, mas não “na marra”

O ex-presidente Lula voltou a dizer que pretende rever a Reforma Trabalhista que foi aprovada para retomar direitos que foram extintos.
O ex-presidente Lula voltou a dizer que pretende rever a Reforma Trabalhista que foi aprovada para retomar direitos que foram extintos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a dizer nesta que pretende rever a reforma trabalhista que foi aprovada durante o governo de Michel Temer. Para o petista, a ideia é retomar direitos que foram extintos.

Em entrevista à radio Passos, de Minas Gerais, Lula voltou a dizer que pretende rever a Reforma Trabalhista. O petista comentou que é preciso juntar sindicatos, empresários e o governo para estudar alterações que levem a uma legislação trabalhista adequada ao momento atual, mas que é preciso garantir direitos e seguridade social, citando o caso de motoristas de aplicativos.

“Não queremos fazer nada na marra, mas queremos discutir o que é bom para o Brasil”, afirmou. O ex-presidente, provável candidato nas eleições deste ano e que aparece em primeiro lugar nas pesquisas, voltou a criticar a proposta de privatização de estatais, em especial a Eletrobras, que teve o processo aprovado este mês pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

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Privatização das Estatais

Além da reforma trabalhista, outro tema tratado por Lula foram as privatizações. “Quero deixar bem claro que eu sou contra, o PT é contra a privatização das estatais”, afirmou. “Não há necessidade de vender uma empresa que pode ser a reguladora do setor elétrico e impedir aumentos abusivos de preços.”

Lula lidera corrida presidencial

A CNT divulgou nesta quinta-feira (16) nova rodada de pesquisas sobre a corrida presidencial de 2022. Lula lidera, subindo 41,3% para 42,8% nas intenções de voto, na comparação com os números de julho. Jair Bolsonaro caiu de 26,6% para 25,6%.

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Sergio Moro aparece em terceiro, com 8,9% (em julho, eram 5,9%), seguido de Ciro Gomes, com 4,9% (em julho, também eram 5,9%). Depois, surgem João Doria (1,8%), Felipe D’ávila (0,4%) e Rodrigo Pacheco (0,3%).