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Itaipu recebe menção honrosa da Assembleia por programa ambiental

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O programa “Cultivando Água Boa”, da Itaipu Binacional, recebeu nesta segunda-feira (14) Menção Honrosa da Assembleia Legislativa em reconhecimento ao primeiro lugar do Prêmio Água para a Vida 2015, concedido pela Unesco, na categoria “Melhores práticas em gestão da água”. A homenagem, proposta pelo deputado Chico Brasileiro (PSD), foi recebida pelo diretor-presidente da Itaipu Binacional, Jorge Samek, e pelo diretor de Coordenação e Meio Ambiente, Nelton Friederich.

“Essa premiação da Unesco demonstra que a Itaipu não é só uma grande empresa geradora de energia, mas uma empresa de grande responsabilidade socioambiental”, afirmou o deputado Chico Brasileiro. Segundo ele, o programa “Cultivando Água Boa” abrange ações de conservação ambiental, disseminação de “boas práticas” agropastoris e de valorização humana que têm alterado o perfil econômico de algumas comunidades da região Oeste do Paraná, como piscicultores e pequenos agricultores.

Ao todo são desenvolvidos 65 projetos ou ações, mobilizando 2.380 instituições parceiras, entre universidades, ONGs, entidades civis e setores governamentais. “Foi com essas parcerias que recuperamos estradas, nascentes de rios, mata ciliar do lago de Itaipu, sempre buscando o incentivo à agricultura familiar e orgânica, e à sustentabilidade”, disse Samek. “O programa é uma demonstração de como é possível compatibilizar esse grande binômio do ‘produzir’ e também do ‘preservar’”, explicou.

O “Cultivando Água Boa” foi implantado em 2003 como parte das ações de responsabilidade socioambientais da Itaipu Binacional, abrangendo 29 municípios da bacia do rio Paraná, numa área total 8.000 Km², onde residem cerca de 1 milhão de habitantes. O programa segue os princípios da Carta da Terra e outros documentos planetários, como Metas do Milênio, Agenda 21, Protocolo de Kyoto, Plano Nacional de Recurso Hídricos, entre outros.

O programa está dividido em ações coletivas (reconstituição de mata ciliar, adequação de estradas, conservação de solo e água, saneamento, instalação de abastecedouros comunitários, entre outros), ações individuais (execução das adequações ambientais conforme cada propriedade) e ações transversais (abrange municípios e comunidades para implantação de projetos de agricultura orgânica, plantas medicinais, Jovem Jardineiro, Coleta Solidária, Aqüicultura e Pesca, entre outros).

Foto – Pedro Oliveira/Alep