It is very curious to watch this

After many similar hair-breadth escapes, we at last swiftly glided into what had just been one of the outer circles, but now crossed by random whales, all violently making for one centre. This lucky salvation was cheaply purchased by the loss of Queequeg’s hat, who, while standing in the bows to prick the fugitive whales, had his hat taken clean from his head by the air-eddy made by the sudden tossing of a pair of broad flukes close by.

The nearer moon, hurtling suddenly above the horizon and lighting up the Barsoomian scene, showed me that my preserver was Woola, but from whence he had come, or how found me, I was at a loss to know. That I was glad of his companionship it is needless to say, but my pleasure at seeing him was tempered by anxiety as to the reason of his leaving Dejah Thoris. Only her death I felt sure, could account for his absence from her, so faithful I knew him to be to my commands.

By the light of the now brilliant moons I saw that he was but a shadow of his former self, and as he turned from my caress and commenced greedily to devour the dead carcass at my feet I realized that the poor fellow was more than half starved. I, myself, was in but little better plight but I could not bring myself to eat the uncooked flesh and I had no means of making a fire. When Woola had finished his meal I again took up my weary and seemingly endless wandering in quest of the elusive waterway.

At daybreak of the fifteenth day of my search

John Lusco

When the amphitheater had cleared I crept stealthily to the top and as the great excavation lay far from the plaza and in an untenanted portion of the great dead city I had little trouble in reaching the hills beyond.

For two days I waited there for Kantos Kan, but as he did not come I started off on foot in a northwesterly direction toward a point where he had told me lay the nearest waterway. My only food consisted of vegetable milk from the plants which gave so bounteously of this priceless fluid.

  • Several times I was attacked by wild beasts; strange, uncouth monstrosities that leaped upon me in the dark, so that I had ever to grasp my long-sword in my hand that I might be ready for them.
  • Usually my strange, newly acquired telepathic power warned me in ample time, but once I was down with vicious fangs at my jugular and a hairy face pressed close to mine before I knew that I was even threatened.

What manner of thing was upon me I did not know, but that it was large and heavy and many-legged I could feel. My hands were at its throat before the fangs had a chance to bury themselves in my neck, and slowly I forced the hairy face from me and closed my fingers, vise-like, upon its windpipe.

  1. Without sound we lay there, the beast exerting every effort to reach me with those awful fangs, and
  2. I straining to maintain my grip and choke the life from it as I kept it from my throat.
  3. Slowly my arms gave to the unequal struggle, and inch by inch the burning eyes and gleaming tusks of my antagonist crept toward me, until, as the hairy face touched mine again,
  4. I realized that all was over. And then a living mass of destruction sprang from the surrounding darkness full upon the creature that held me pinioned to the ground.
  5. The two rolled growling upon the moss, tearing and rending one another in a frightful manner, but it was soon over and my preserver stood with lowered head above the throat of the dead thing which would have killed me.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Câmara aprova projeto que exige fisioterapeuta em CTI em tempo integral

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei 1985/19, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), que disciplina a permanência de fisioterapeutas em Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. A matéria será enviada ao Senado.

Em seguida, a sessão da Câmara foi encerrada.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), cujo relatório foi lido em Plenário pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP).

A única mudança no texto retira a quantidade mínima de profissionais, que era de um para cada dez leitos. Entretanto, continua a determinação de que a presença do fisioterapeuta deverá ser ininterrupta, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 24 horas.

A disponibilidade em tempo integral para assistência aos pacientes internados nesses centros de terapia intensiva deverá ser durante o horário em que o fisioterapeuta estiver escalado para atuar nesses locais.

“Pelo grau de importância do fisioterapeuta para o restabelecimento das pessoas internadas, a presença constante desse profissional é essencial, pois ele reduz o número de dias de internação, ainda mais nessa época de Covid-19”, afirmou a autora da proposta.

Próximas votações
Os deputados voltam a se reunir em sessão deliberativa virtual na próxima terça-feira (9), às 13h55, com pauta a ser divulgada após reunião de líderes a ser realizada às 10h30 desta sexta-feira (5).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara dá prioridade para mãe chefe de família no auxílio emergencial

Texto vai agora para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) projeto de lei que dá prioridade de recebimento do auxílio emergencial às mães chefes de família, quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. A matéria segue para análise do Senado. As informações são da Agência Brasil.

Pelo texto aprovado, caso haja conflito entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe, ainda que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

“Apenas 3,6% das famílias brasileiras tinham uma configuração com homem sem cônjuge e com filho, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], e mais de 80% das crianças no Brasil têm como primeiro responsável uma mulher”, afirmou a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha (DEM-TO).

O projeto determina que o homem com a guarda unilateral, ou que seja responsável, de fato, pela criação, poderá questionar as informações da mãe de seus filhos na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600 até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

“O machismo que as mulheres já sofrem cotidianamente na nossa sociedade vemos novamente expresso quando maridos, que nunca se responsabilizaram pelo cuidado dos filhos, agora requerem o auxílio emergencial em nome da família. Trinta milhões de famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e 56% são famílias pobres”, disse uma das autoras da proposta, a deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS). 

Após várias denúncias de mulheres que enfrentaram problemas para receber o benefício após uso indevido do CPF dos filhos pelos pais, o trecho que permitia o recebimento do valor em dobro foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a proposta resgata a possibilidade de concessão do benefício aos pais, com a prioridade para a mãe chefe de família. 

“Muitas mulheres brasileiras de baixa renda enfrentam ainda a violência patrimonial perpetrada por homens sem escrúpulos que, indevidamente, utilizaram e utilizam os CPFs dos filhos menores, que são criados unicamente pelas mães, para acessarem o auxílio emergencial. Isso tem causado enormes prejuízos para essas batalhadoras, além de colocar em risco a sua segurança alimentar e a dos seus dependentes”, afirmou Professora Dorinha.

Duas cotas

O auxílio emergencial foi criado para amenizar os efeitos das medidas de distanciamento e isolamento social necessárias para o enfrentamento da rápida propagação da covid-19. A iniciativa destina o auxílio emergencial de R$ 1,2 mil para mães chefes de família pelo período de três meses.

O texto também determina que a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 crie uma opção específica de atendimento para denúncias de violência e dano patrimonial para os casos em que a mulher tiver o auxílio emergencial subtraído, retido ou recebido indevidamente por outra pessoa.

No caso de pagamentos indevidos do benefício emergencial ou realizados em duplicidade por informações falsas, os responsáveis deverão ressarcir os valores recebidos indevidamente ao Poder Público.

*Texto alterado às 21h53 para corrigir os nomes das deputadas.