Hospital Municipal de Foz terá catracas biométricas e câmeras de segurança

Licitação para aquisição das tecnologias será aberta nos próximos dias; instituição também irá investir em software para a gestão de pessoas

O Hospital Municipal Padre Germano Lauck, administrado pela Fundação Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu, vai abrir uma licitação nos próximos dias para a aquisição de catracas biométricas, que serão instaladas nos principais acessos, e câmeras com reconhecimento facial.

A intenção é implementar um sistema de segurança com controle do fluxo de entrada e saída de pessoas. O avanço faz parte de uma série de investimentos que vêm sendo feitos no hospital, para a revitalização e modernização da estrutura.

“Todas essas ações visam garantir a segurança pessoal e, como consequência, a preservação patrimonial, atendendo uma antiga demanda, que vem desde a construção do hospital”, disse o diretor presidente da instituição, o médico Amon Mendes Franco de Sousa.

As câmeras de monitoramento serão adquiridas por meio do convênio firmado com a Itaipu Binacional e as catracas de acesso com recursos próprios da Fundação Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu.

Gestão de Pessoas

Investimentos tecnológicos também serão feitos na área de gestão de pessoas do hospital municipal. Um processo de licitação com critério técnico e funcional está em fase de abertura para a aquisição de um novo software para gestão dos setores no pagamento de folha, departamento pessoal, controle e acesso de ponto, Medicina e Segurança do Trabalho, plano de carreira, entre outros descritivos.

“O hospital expandiu nesses dois últimos anos e um novo software irá auxiliar nossos profissionais nos processos, simplificando a rotina por meio de informações mais precisas , seguras e dinâmicas”, explicou Amon.

“Cabe pontuar que são mudanças que irão contribuir para uma maior transparência dos processos internos do hospital, fomentando uma gestão desses setores mais atuantes”, complementou.

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Filipe Barros anuncia pré-candidatura ao Governo do PR

arlamentar estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), se reunindo com lideranças da direita

O deputado federal do Paraná, Filipe Barros (PSL), anunciou sua pré-candidatura ao Governo do Paraná nas eleições deste ano. Ele é o quarto nome que se coloca à disposição para estar à frente do Estado. Parlamentar pela cidade de Londrina, Filipe estará em Ponta Grossa nesta quinta-feira (27), conversando com lideranças da direita – ele deve receber apoio do atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL).

Cumprindo seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, Filipe já ocupou uma cadeira na Câmara Municipal de Londrina entre 2016 e 2018. Em entrevista para um blog de política paranaense, o pré-candidato disse que tenta polarizar uma disputa com o atual governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) – que deve tentar a reeleição. “O governador quer ter palanque para Moro, Lula e Bolsonaro. Não existe isso na política. O presidente Jair Bolsonaro me questionou se eu toparia sair como candidato a governador”, explicou.

Nos bastidores, Filipe Barros tem simpatia do líder do Governo Federal na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP), que pode indicar o vice na chapa de direita. Na entrevista, ele fez críticas ao atual governador. “Um dos piores, senão o pior governo da história do Paraná. Como um rato, ele se esconde. Ele não deixou legado no Estado”, ressaltou.

Apesar do anúncio, Filipe também chamou a atenção quando se colocou como candidato à Prefeitura de Londrina em 2020. Na ocasião, acabou recuando da decisão. O pré-candidato bolsonarista ao Governo do Estado também disse que deixará o Partido Social Liberal (PSL) – futuro União Brasil, com a junção com o Democratas. O União Brasil tem se aproximado do pré-candidato à presidência da República, Sergio Moro (Podemos).

Outros candidatos

Além de Filipe Barros, os outros nomes que devem concorrer para governador do Paraná são: Ratinho Junior (PSD), Cesar Silvestri Filho (PSDB) e Roberto Requião (sem partido).

Romanelli apoia ação do PSB em favor da vacina contra a covid

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) destacou nesta terça-feira, 25, a ação do seu partido que recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para anular a recente nota técnica do Ministério da Saúde para o uso de hidroxicloroquina contra a covid-19. O documento também desqualifica o potencial das vacinas para combater a doença.

“Está comprovado que as vacinas salvam vidas. Milhares de pessoas poderiam estar aqui entre nós hoje se a vacinação tivesse sido iniciada no tempo certo. Mas tem gênios no governo federal que não querem enxergar este fato. Chega a ser ridículo”, afirma Romanelli. “Não há evidência de que cloroquina e hidroxocloroquina tenham efeito sobre a doença”.

O PSB protocolou um pedido de liminar para a suspensão da nota técnica, sustentando que o medicamento é comprovadamente ineficaz, que a orientação do Ministério da Saúde desconsidera uma série de atos legais e infralegais e que a política de vacinação deve ser priorizada para combater a pandemia.

Investigação – O partido também pediu a suspensão dos efeitos de outras duas portarias e solicitou que o STF abra uma investigação administrativa e cível contra Hélio Angotti Neto, que assina o recente documento do Ministério da Saúde.

Na petição enviada ao Supremo, o PSB defende uma nova análise das Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19, formuladas pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias), “com amparo em critérios estritamente técnicos”.