Primeira mulher a discursar na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, a presidente Dilma Rousseff disse que é preciso impor limites a guerra cambial e que a crise global é também de governança e de coordenação política.
Segundo a presidente do Brasil, a ONU e instituições como o G20, o FMI e o Banco Mundial “precisam emitir com urgência sinais claros de coesão política”. Dilma defendeu ainda o ingresso pleno da Palestina na ONU e repudiou o uso da força em países muçulmanos.
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